2º As - 2014/15

2º As - 2014/15

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Relatório_n°19_ 2015/2016_3ºAno

Lições nº 43,44 e 45
23/10/2015

Sumário: Discussão sobre saídas profissionais e prosseguimentos de estudos (questões colocadas pelos alunos).
Tarefas e funções de um TAS (Técnico Auxiliar de Saúde) no bloco operatório e no serviço de cirurgia.
Realização de uma ficha de trabalho sobre o assunto referido.
Construção de um questionário sobre precauções padrão numa CME (Central de Material Esterilizado).

No inicio da aula alguns alunos expuseram as suas duvidas a respeito do prosseguimento de estudos e saídas profissionais. A professora esclareceu todas as duvidas expostas.
Em seguida, foi-nos distribuída uma ficha sobre as Tarefas e Funções de um TAS no bloco operatório e no serviço de cirurgia. Juntamente com essa ficha também foi-nos dada uma ficha de trabalho.



LescolaEscola Secundária Afonso Lopes Vieira
Curso Profissional Técnico Auxiliar de Saúde – 3º ano
Módulo 7:Prevenção e controlo da infeção: esterilização
Carga Horária: 47 horas - 57 Tempos    Ano letivo 2015/16
A docente: Teresa Cunha Pereira



Tarefas e funções do Técnico Auxiliar de Saúde no Bloco Operatório e no Serviço de Cirurgia

  Na generalidade, salvo raras exceções, tanto no Bloco Operatório, como no Serviço de Cirurgia, as tarefas do Técnico Auxiliar de saúde passam, essencialmente, pelo apoio na promoção das necessidades humanas básicas do utente, tais como higiene e conforto, a segurança, a alimentação, a eliminação, a comunicação…

1.       Assim, o Técnico/a Auxiliar de Saúde do Bloco Operatório, e do Serviço de Cirurgia, têm em comum as seguintes tarefas:

 ♣ Assegurar a segurança do utente efetuando a sua vigilância;

 ♣ Assegurar a manutenção das condições de limpeza e higiene de espaços e equipamentos nos respetivos locais de trabalho;

2.        Tarefas relacionadas com a prestação de cuidados, que os Técnicos Auxiliares de Saúde do Bloco Operatório e do Serviço de Cirurgia podem desenvolver, mas sob supervisão dos Técnicos Superiores de Saúde.

 ♣ Colaborar na prestação de cuidados de higiene hidratação, alimentação, conforto e eliminação;

♣ Auxiliar o Enfermeiro a receber o doente, a transferi-lo e a posicioná-lo;

 ♣ Auxiliar na recolha e transporte de amostras biológicas;

 ♣ Prestar apoio logístico e administrativo;

3.       Tarefas relacionadas com a manutenção de equipamentos comuns ao Bloco Operatório e ao Serviço de Cirurgia:

♣ Assegurar a recolha, triagem, transporte, e acondicionamento de roupas sujas e limpas dos respetivos Serviços, de acordo com as normas e procedimentos definidos por cada um deles;

♣ Preparar o material para a esterilização;

 ♣ Assegurar o transporte e distribuição de produtos de consumo corrente, balas de oxigénio e materiais esterilizados, necessários ao funcionamento dos respetivos Serviços;

 ♣ Assegurar a recolha, triagem, transporte, e acondicionamento de roupas sujas e limpas dos respetivos Serviços, de acordo com as normas e procedimentos definidos por cada um deles;

 ♣ Efetuar a lavagem, desinfeção e preparação de material hoteleiro, material clínico e material de apoio clínico em local próprio, de acordo com normas e/ou procedimentos definidos;

4.       Tarefas relacionadas com a manutenção das infraestruturas, comuns ao Bloco Operatório e ao Serviço de Cirurgia.

5.       ♣ Assegurar a limpeza e higienização dos espaços;

Sem nunca exceder as suas competências nem os limites que lhe são estabelecidos e com o respeito e que lhe é devido e requerido, o Técnico/a Auxiliar de Saúde do Bloco Operatório e do Serviço de Cirurgia, integra-se numa equipa multidisciplinar de forma a mostrar disponibilidade para colaborar ativa e dinamicamente com os seus colegas e supervisores, em tudo o que lhe for solicitado. E porque numa equipa multidisciplinar devemos ser… “Um por todos e todos por um” … em “equipa”, unidos pelo mesmo objetivo e com espirito de entreajuda, Médicos, Enfermeiros, Auxiliares e todos os outros profissionais da Saúde, devem trabalhar em função da promoção de um bom ambiente de trabalho e sobretudo, em função da otimização da saúde e bem estar dos utentes, só assim poderão encaixar com êxito as “peças” que formam o “puzzle” que faz funcionar corretamente qualquer Serviço de Saúde.

-Tarefas que estão impedidos de desenvolver.

Tanto no Bloco Operatório, como no Serviço de Cirurgia, os Técnicos Auxiliares de Saúde estão impedidos de executar ou desenvolver todas e quaisquer tarefas que sejam da competência dos Técnicos Superiores de Saúde, tais como:

♣ Aplicar injeções;

 ♣ Fazer pensos ou tratamentos complexos;

 ♣ Instalar Soros;

 ♣ Colocar sondas

♣ Prestar informações a familiares ou outros, sobre o estado clinico do doente …

11- Depois de ler o texto anterior selecione  das tarefas referidas  a(s)  relacionada(s) com o módulo 7.

R: -Preparar o material para a esterilização;

-Assegurar o transporte e distribuição de produtos de consumo corrente, balas de oxigénio e materiais esterilizados, necessários ao funcionamento dos respetivos serviços;

-Efetuar a lavagem, desinfeção e preparação de material hoteleiro, material clínico e material de apoio clínico em local próprio, de acordo com normas e/ou procedimentos definidos





22- Indique as tarefas que o TAS está impedido de desenvolver no bloco operatório ou centro cirúrgico.

R: -Aplicar injeções;

-Fazer pensos ou tratamentos complexos

-Instalar soros;

-Colocar sondas;

-Prestar informações a familiares ou outros, sobre o estado clínico do doente.



33- A tabela a seguir(página seguinte) apresenta o resultado da adesão dos profissionais de uma CME às precauções padrões durante  uma das fases a  que fica sujeito  o material a ser esterilizado.



3.1. Indique a que fase diz respeito


R: Diz respeito ao processo de limpeza.

3.2. Indique o número de trabalhadores dessa CME.


R:O número de trabalhadores dessa CME é no total de 19 pessoas.

3.3. Indique o tipo de limpeza utilizado nesta CME.

R: A limpeza utilizada nessa CME é a manual.

3.4. Complete os espaços em branco:
Este método de limpeza oferece _maior_ risco de contaminação ao profissional, seja pelos acidentes com ___perfuro cortantes__ seja por prover respingos de matéria orgânica em mucosa e __aerossóis___.
Já a  limpeza __mecânica__ diminui sensivelmente a exposição dos profissionais aos riscos ocupacionais de origem biológica, especialmente aos _vírus__ das hepatites e da AIDS, que podem ser decorrentes dos acidentes com materiais __perfuro cortantes__.



4.       Construa no Google Doc as questões do questionário que teriam originado estes dados.

TABELA 3 – ADESÃO DOS PROFISSIONAIS DA CME EM RELAÇÃO ÀS PRECAUÇÕES PADRÕES, PROCESSO DE LIMPEZA DOS ARTIGOS E CONDIÇÕES DE TRABALHO NA UNIDADE PESQUISADA – PORTO VELHO 2008.

            Variáveis
n
%
Utilização de EPI


   Sim
16
84,21
   Não
00
00
   Às vezes
03
15,79
Total
19
100
Processo de limpeza dos artigos


   Manual
19
100
   Mecânica
00
00
Total
19
100
Material de trabalho no setor expurgo:


Considera bancada proporcional a estatura


   Sim
01
5,26
   Não
18
94,74
Total
19
100



A pia e a torneira estão adequadas para a realização das atividades de rotina


   Sim
00
00
   Não
19
100
Total
19
100
Tipos de resíduos biológicos que vem com mais frequências nos materiais contaminados dos setores


   Sangue
11
57,90
   Secreções
00
00
   Urina
00
00
   Sangue e secreções
07
36,84
   Sangue, secreções e urina
01
5,26
Total



Depois de realizar a ficha fomos para a biblioteca da escola para realizarmos a ultima parte da ficha de trabalho que era fazer o seguinte questionário (link á baixo é só clicar e a página do questionário será aberta).
Questionário realizado

A aula correu muito bem, e os objetivos sumariados foram todos realizados.
19
100

sábado, 24 de outubro de 2015

Relatório nº18 - 2015/2016 - 3ºAno





Lição nº40/41/42
22 de outubro 2015
Sumário: Aula prática de empacotamento de material clínico a esterilizar utilizando diversos tipos de invólucros e fitas indicadoras de esterilização a vapor.
                Esterilização dos pacotes com tipo de material, lote de esterilização, data de esterilização e equipa preparadora.
                Colocação dos pacotes no cesto da autoclave e colocação da autoclave a esterilizar.
               Observação do material pós esterilização e abertura com procedimentos estéreis.                                  Visionamento de um vídeo sobre montagem da mesa auxiliar de uma cirurgia.


   Começámos a aula com uma pequena conversa sobre o blog e alguns trabalhos realizados na aula anterior, concluindo a conversa com esclarecimento de dúvidas acerca do estágio.
   Como podemos ver nas imagens esta aula prática consiste na esterilização de materiais para colocarmos numa mesa cirúrgica.


  •  Iremos então fazer empacotamento destes materiais:
     -  FRONHAS (imaginando que são campos)
               -  PIPETA

               - MATERIAIS DE DISSECAÇÃO

               - TAÇA


1. Caixa para esterilizar pipetas

2. Taça para gases

3. Caixa para esterilizar materiais de diérese

4. Papel Crepe


5. Fita de controlo de esterilização
6. Papel para embrulhar papeis para esterilizar 
7. Papelde embrulhar, repelente ao álcool


Agora vão se seguir imagens da aula, de alguns alunos a fazer os embrulhos dos materiais mostrados a cima (imagem 1 a 7).


1- Inicio do embrulho
2- Finalização

3- Embrulho finalizado e com etiqueta de esterilização
4- Novamente aluna a fazer embrulho, desta vez da caixa.
5- Embrulho da pipeta
6- Piteta, parte onde não se pode tocar
7- Colocação da fita esterilizadora
8- Colocação do material para esterilizar
8-  Material na autoclave
9- Fim da esterilização
10- Abertura dos invólucros 
11- Abertura
12- Como tirar a pipeta corretamente



A aula decorreu normalmente. Aprendemos novas coisas, e tivemos a perspetiva real de como se manuseia o material.
Como se pode ver nas imagens a aula foi calma, e seguimos os procedimentos. Não utilizamos EPI´s porque não se justificou para esta aula experimental

























Relatório nº17 - 2015/2016 - 3ºAno

Lições nº 37/38/39 de 21 de Outubro de 2015
Sumário: 
Continuação da sintese sobre assuntos leccionados sobre a prevenção e controlo de infeção hospitalar e visionamento de um video sobre o papel da CCI Hospitalar.
Realização de uma ficha de trabalho sobre as tarefas a desempenhar por um T.A.S. sob a supervisão de um profissional de saude.


Começamos s aulas por falar relativamente à compra das fardas.
Depois  a professora mostrou uma tesoura que devido ao seu estado, nas diversas etapas de inspeção seria alvo ou de bastantes cuidados, ou seria descartada.



Estivemos a fazer umas breves revisões sobre a matéria.
Estivemos também a falar sobre o espetofetómetro e o seu funcionamento.
Vimos o powerpoint sobre produtos de limpeza e etc.


Depois, estivemos a ver os diversos materiais de dierise (corte).

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Relatório nº16_12ºAno_2015/2016

Lições 35 e 36
2015/10/20
Sumário: Síntese de assuntos lecionados sobre Prevenção e controlo de infeção hospitalar.
                Tarefas a desempenhar por um Técnico Auxiliar Saúde na CME.

Iniciámos a aula por acabar a correção da ficha da aula anterior;
De seguida verificámos o material encomendado pela professora Teresa Tábuas;
Rolo de Manga Mista para esterilização


Saco p/esterilizar em microondas


Campos Operatórios


Fita Hospitalar
Rolo Fita p/ esterilização a vapor


Papel Crepe p/ esterilizar  




Manga Mista para esterilização

Depois de verificar o material encomendado, a professora ensinou-nos a fazer formulários online no Google Forms.
Aqui fica presente um link de um Formulário de 2 alunos da turma
https://docs.google.com/forms/d/15RL5_rSOUOAmhjLqtVHwmggaPg7p7Cf7vlUvT_v5VIw/viewform?c=0&w=1
E ainda iniciámos uma síntese dos assuntos dados neste módulo. 
E por fim ainda visualizámos um Power-Point sobre a Limpeza, desinfeção e esterilização de artigos como medidas de prevenção.



Concluímos tudo o que estava previsto para esta aula.


terça-feira, 20 de outubro de 2015

Relatório nº15_12ºAno_2015/2016





Lição Nº 32 33 e 34

16-10-2015

Sumário : Respostas as questões relativas a um visionamento de um vídeo sobre  rotinas de um centro cirúrgico
discussão de algumas atividades a incluir no protejo da pap relacionadas com a disciplina de  H.S.C.G
participação em atividades de comemoração do dia mundial da alimentação e do E.N.O Tree planting day.



Iniciamos a aula com a  resolução da ficha sobre o visionamento do vídeo sobre as rotinas de um centro cirúrgico, depois devido a uma dúvida de uma aula  a professora teve uma breve discussão com os alunos sobre as atividades que devemos incluir no nosso protejo  da pap claro relacionadas com a disciplina, depois fomos assistir a colocasão   da bandeira verde,  e da plantação das árvores feitos pelos alunos da escola.


Rotinas em centro cirúrgico

Responde às seguintes questões depois do visionamento do vídeo

   Indica os três objectivos que levaram à produção do vídeo.
R:
  1. Demonstrar varias rotinas de centro cirúrgico
  2.  Actualizar os conhecimentos da comunidade que o frequenta 
  3.  Contribuir para a redução de IACS 



 IIndica em que local se agenda a cirurgia.

R:  O local aonde se agenda e na secretaria

EEnumera os dados que se colocam na ficha de agendamento da cirurgia.
R:
  •  Nome do paciente
  • data da cirurgia
  • tipo de cirurgia
  • tipo de cirurgia



  Define área de transferência de um centro cirúrgico.

R:   É uma área aonde transportam os pacientes para a outra maca do bloco operatório.


  Enumera o equipamento/material que existe no vestiário.
  1. Chuveiro
  2. dois cestos
  3. lavatórios

 Apresenta a sequência de colocação dos E.P.I.
  • Farda
  • Touca
  • Pro-pés
  • Mascara
  • Avental


 IIndica o principal cuidado a ter na sala que antecede o corredor de entrada para as salas cirúrgicas.

R: Não pisar com o calçado no exterior depois de passar o anteparo, calçando, para o efeito, os pro- pés



 IIndica o tempo médio de lavagem  assética  das mãos e por que mão se inicia a lavagem.

R: A lavagem assética das mãos demora de 7  a 15 minutos  inicia -se pela mão dominante

 Descreve o modo como se abre a porta de entrada para a sala de cirurgia.

R: Deve-se abrir suavemente com os pés


  Indica o material/equipamento que existe numa sala de cirurgia

  •  Mesa de cirurgia
  • foco de luz
  • mesa de instrumentos
  • Hamper
  • material de anestesia
  • equipamento de oxigénio



     Indica quantos invólucros protegem o material necessário para realizar a cirúrgica.

R: São necessários dois invólucros  proteger o material

  Indica o principal cuidado ao calçar as luvas cirúrgicas e qual a primeira luva a ser calçada.

R: Não cruzar os campos , evitar tocar na fase externa. A primeira luva a ser calçada é a da da mão dominante




 IIndica em que posição fica colocada a mesa da instrumentação .

           A mesa da instrumentação fica na  posição de 90ºcom a cama de cirurgia



Indica duas regras a ter em conta na colocação do material cirúrgico na mesa de instrumentação.

  • Colocar o material de uso uso externo para o material de uso interno
  • O material é colocado dos mais pequenos para os mais maiores
  • Primeiro os mais delicados para os mais rebustos

Com o objetivo de participar no Programa Environment Online – ENO - escola virtual global em rede para o desenvolvimento sustentável, com sede na Finlândia - os alunos das turmas 3º AS,, 1º ano do ensino vocacional secundário, 10º B  e 7ºC , plantaram árvores no âmbito da iniciativa “Plant a tree for Peace”.
O programa ENO apelou às escolas do mundo inteiro para se juntarem ao ENO Treelympics ,  olimpíadas para a plantação de árvores .Existe como  meta  plantar 100 milhões de árvores até 2017. Este compromisso foi assumido na Cimeira Rio + 20 em junho de 2012 .
Os alunos envolvidos na atividade plantaram 5 árvores autóctones (medronheiros) e uma árvore de fruto (uma romãzeira)
Esta atividade serviu também para assinalar o Dia Mundial da Alimentação.como podem no seguinte vídeo.


Vídeo sobre as atividades:







Conclusão:  A Primeira parte da aula foi muito divertido porque foi muito  interessante ver como funciona as rotinas de um centro cirúrgico e as regras a ter lá dentro para inventar as infeções hospitalares
 E a segunda parte  da  aula foi maravilhosa e os alunos gostaram muito das  atividades aonde estiveram envolvidas porque também é toda a comunidade escolar e uma forma de os alunos , professores conviverem além de estarmos a contribuir para um mundo mais feliz com a plantação de árvores.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Relatório nº14_12ºAno_2015/2016


Lição 30 e 31                                                                                                               15/10/2015
Sumario: Analise de uma apresentação sobre o funcionamento de esterilização por oxido de etileno.
                 Analise de um video sobre rotinas de um centro cirúrgico.



    No inicio da aulas alguns alunos tiraram duvida sobre os relatórios pois houve um pequeno problema de comunicação, sendo este um dos erros que nós como técnicos profissionais devemos ter em atenção sendo a comunicação importante no nosso dia a dia no local de trabalho.
    Fizemos uma breve vista ao PowerPoint mostrado na aula anterior só para relembrar e em caso de houver algumas duvidas.
     Acabamos a correção da questão 8 sobre as vantagens e desvantagens da utilização do processo de esterilização por peróxido de hidrogénio.
     No segundo já iniciamos a visualização do PowerPoint juntamente como video. 





















Video 


quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Relatório nº13_12ºAno_2015/2016

Lições 28 e 29
13/10/2015
Sumário:    Distribuição dos alunos pelo local de Formação em Contexto de Trabalho (FCT).
                     Análise de Power Point sobre o funcionamento sobre esterilização por Oxido
             de Etileno e por plasma de peróxido de hidrogénio.


Começamos a aula por a professora distribuir os locais de FCT.
Passamos por escrever o sumário.
De seguida, visualizamos um Power Point: "Esterilização por peróxido hidrogénio".




Power Point - " esterilização por peróxido de hidrogénio



Conclusão: Devido a terem surgido algumas duvidas sobre os locais de FCT, não foi possível concluir o que estava previsto.