2º As - 2014/15

2º As - 2014/15

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Relatório nº 33_ 12º Ano _ 2015/2016

Lição 77, 78, 79
20-11-2015
Sumário:
Apresentação à turma dos trabalhos de grupo sobre Dietas Terapeutas.



Introdução
Nesta aula foram apresentados diversos trabalhos sobre as variadas dietas terapeutas, a seguir apresentadas.











Conclusão
Com todos estes trabalho podemos enriquecer os nossos conhecimentos sobre as diversas dietas, que são utilizadas frequentemente na nossa profissão e que futuramente nos irão ajudar no nosso dia a dia como profissionais e também eventualmente como familiares.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Relatório nº 32_ 12º Ano _ 2015/2016

Lição 73 e 74
17/11/2015
Sumário: Informações sobre a FCT.
                 Correção da ficha de trabalho sobre a desnutrição.
                 Nutrição do paciente hospitalizado: introdução aos assuntos e alguns conceitos básicos.


Iniciamos a aula com um diálogo sobre alguns assuntos sobre a Prova de Aptidão Profissional (PAP) e Formação em Contexto de Trabalho (FCT).
Em grupos, fizemos uma leitura e realizamos a ficha de trabalho sobre Nutrição. Após todos termos concluído, a professora realizou a correção da mesma.

Correçao da ficha:

1- Defina desnutrição
Desnutrição é a condição clínica decorrente de uma deficiência ou excesso, relativo ou absoluto, de um ou mais nutrientes essenciais. 

2- Indique as duas causas principais da desnutrição. 
Causa primária e causa secundária.

2.1- Apresente as diferenças existentes entre essas duas causas. 
As causas primárias é a pessoa comer pouco ou mal, as causas secundárias é a ingestão de alimentos que não é suficiente porque as necessidades energéticas aumentam.

2.2- Indique os fatores relacionados com essas causas.
Desmame precose, socioeconómicos , culturais, renda e disponibilidade de alimentos.

2.3- Identifique, justificando qual desses fatores afeta mais as crianças de 0 a 6 meses. Justifique a sua opinião. 
Desmame precose, pois pode provoca desnutrição.

 3. Indique os métodos de diagnóstico da desnutrição e quem está capacitado para os aplicar.
Os métodos de diagnóstico são a avaliação diagnostica e exames clínicos. Quem está capacitado para os fazer são os médicos e nutricionistas.

4. Indique todas as consequências da desnutrição. 
Grande perda muscular e dos depósitos de gordura, provocando debilidade física.
Emagrecimento: peso inferior a 60% ou mais do peso ideal (adultos) ou do peso normal (crianças).
Desaceleração, interrupção ou até mesmo involução do crescimento.
Alterações psíquicas e psicológicas: a pessoa fica retraída, apática, estática, triste.
Alterações de cabelo e de pele: o cabelo perde a cor (fica mais claro), a pele descasca e fica enrugada.
 Alterações sanguíneas, provocando, dentre elas, a anemia.
Alterações ósseas, como a má formação.
Alterações no sistema nervoso: estímulos nervosos prejudicados, número de neurónios diminuídos, depressão, apatia.
Alterações nos demais órgãos e sistemas respiratório, imunológico, renal, cardíaco, hepático, intestinal etc. 

5. Refira em que idades os problemas de nutrição podem ser mais graves. Explique esse facto.
Dos 0 aos 5 anos. Pois são mais vulneráveis biologicamente e mais dependentes do ponto de vista social e económicos. Nesse período da vida o crescimento e desenvolvimento físico e mental são muito acentuados. 

6. Indique que tratamentos são aplicáveis aos desnutridos. 
Recuperar o estado nutricional e normalizar as alterações orgânicas ocasionais pela desnutrição. 

7. Apresente as recomendações feitas no final do texto.
Uma dieta específica para o caso, aliada a uma educação (ou reeducação) alimentar; orientações sobre higiene alimentar e pessoal;
Participação familiar e comunitária nesse processo. 

De seguida visualizamos uma breve apresentação em power point sobre a nutrição do paciente hospitalizado 



















A aula correu bem, cumprimos tudo o que estava previsto no sumário. Todos os alunos esclareceram com a professora todas as dúvidas surgidas quer sobre a matéria quer sobre a Formação em Contexto de Trabalho (FCT).

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Relatório nº 31_ 12º Ano _ 2015/2016

Lições nº 70, 71 e 72
13-11-2015

Sumário: Preenchimento de alguns documentos de FCT.
Continuação da pesquisa para a realização de trabalhos sobre dietas terapêuticas.
Organização da informação pesquisada para apresentar à turma.


O sumário foi cumprido apesar de não ter sido pela mesma ordem, pois primeiro acabámos os trabalhos de pesquisa e só no fim é que preenchemos o documento relacionado com a FCT. A aula correu bem, pois o objetivo do sumário foi concluído.

Relatório nº 30_ 12º Ano _ 2015/2016

Lições nº 68, 69
12/11/2015

 Sumário:  

  • As terapêuticas nutricionais.
  • Conceito de dietoterapia.
  • Distribuição de temas para a realização de trabalhos de grupo sobre tipos de dietas terapêuticas.
  • Realização de trabalhos de grupo sobre dietas terapêuticas.



No inicio da aula, a professora começou por explicar o que era as dietas terapêuticas, o seu conceito e para o que serviam.
Em seguida distribuiu temas, para a realização de trabalhos de grupo, sobre os tipos de dietas terapêuticas, e assim iniciamos a realização dos mesmos. 

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Relatório nº 29 _ 12º Ano _ 2015/2016

Aula nº 66 e 67
11 de novembro 2015
Sumário: Continuação do estudo sobre a variação do tipo de alimentação de acordo com a fase da vida.
               Subnutrição. - Realização de uma ficha de trabalho.



Começámos a aula a falar dos assuntos falados e tratados na reunião intercalar da turma. De seguida continuámos o PPT da aula anterior,  como poderão ver nas imagens em baixo.
Realizámos uma ficha sobre desnutrição, a ficha irá como sempre ser colocada. 
















Ficha sobre desnutrição :





Escola Secundária Afonso Lopes Vieira
Curso Profissional Técnico Auxiliar de Saúde – 3º ano
Módulo 8: Cuidados na alimentação e hidratação

Carga Horária: 47 horas-57 Tempos    Ano letivo 2015/16
A docente: Teresa Cunha Pereira
Desnutrição
 A desnutrição pode ser definida como uma condição clínica decorrente de uma deficiência ou excesso, relativo ou absoluto, de um ou mais nutrientes essenciais.
 A desnutrição pode apresentar caráter primário ou secundário, dependendo da causa que a promoveu.
 Causas primárias: A pessoa come pouco ou “mal”, ou seja, tem uma alimentação quantitativa ou qualitativamente insuficiente em calorias e nutrientes.
Causas secundárias: A ingestão de alimentos não é suficiente porque as necessidades energéticas aumentaram ou por qualquer outro fator não relacionado diretamente ao alimento. Exemplos: presença de verminoses, cancro, anorexia, alergia ou intolerância alimentares, digestão e absorção deficiente de nutrientes.
Fatores relacionados às causas da desnutrição
 Desmame precoce : A desnutrição também pode ser causada por desmame precoce que pode causar desnutrição em crianças entre 0 e 2 anos de idade. De um modo geral, o desmame no Brasil dá-se em torno de duas semanas ou num período menor do que três meses de idade. A alimentação introduzida normalmente é insuficiente para satisfazer as necessidades dos lactentes entre famílias de baixo poder aquisitivo. Além disso, as condições sanitárias insatisfatórias e práticas inadequadas de higiene acompanham a desnutrição, o que favorece a ocorrência de parasitoses, infeções e diarreia. O apetite diminui por causa das dores abdominais e às vezes da febre.
A criança passa a comer menos do que o normal e provavelmente menos do que precisa para ter um crescimento e desenvolvimento normais.
Socioeconómicos: Crianças provenientes de famílias de baixa renda apresentam um risco maior relacionado a deficiências alimentares. Além disso, condições sanitárias precárias contribuem para o aparecimento de infeções, parasitoses e da desnutrição.
Culturais: Fatores culturais influenciam muito o consumo de alimentos. Mitos, crenças e tabus podem interferir negativa ou positivamente nos aspetos nutricionais, sendo mais comuns os prejuízos que os benefícios.
Renda e disponibilidade de alimentos: Quanto mais alta a renda, maior é o gasto com hortaliças, frutas e outros elementos variados. A dieta, é claro, tem melhor qualidade. Quanto menor a renda, maior o comprometimento tanto da qualidade quanto da quantidade de alimentos consumidos.
Métodos de Diagnóstico:
Existem diversos métodos de diagnosticar a desnutrição. Eles vão desde uma avaliação clínica (observação de características como peso, altura e idade) até a uma completa avaliação do estado nutricional do paciente, incluindo, além da análise clínica, dados sobre alimentação, avaliação bioquímica e imunológica, avaliação metabólica e diagnóstico nutricional. Os profissionais capacitados para fazer tal diagnóstico são o nutricionista e o médico.
Epidemiologia:  A desnutrição é observada em países subdesenvolvidos e em desenvolvimento. Mas o problema é mais grave na África, Ásia e América Latina. No Brasil, foram feitas várias pesquisas para avaliar o estado nutricional da população.
Consequências:  A desnutrição leva a uma série de alterações na composição corporal e no funcionamento normal do organismo. Quanto mais grave for o caso, maiores e também mais graves serão as repercussões orgânicas. As principais alterações são:
  Grande perda muscular e dos depósitos de gordura, provocando debilidade física.
Emagrecimento: peso inferior a 60% ou mais do peso ideal (adultos) ou do peso normal (crianças).
  Desaceleração, interrupção ou até mesmo involução do crescimento.
Alterações psíquicas e psicológicas: a pessoa fica retraída, apática, estática, triste.
Alterações de cabelo e de pele: o cabelo perde a cor (fica mais claro), a pele descasca e fica enrugada.
  Alterações sanguíneas, provocando, dentre elas, a anemia.
Alterações ósseas, como a má formação.
Alterações no sistema nervoso: estímulos nervosos prejudicados, número de neurónios diminuídos, depressão, apatia.
Alterações nos demais órgãos e sistemas respiratório, imunológico, renal, cardíaco, hepático, intestinal etc.
A pessoa desnutrida fica mais sujeita a infeções, por causa da perda muscular e, especialmente, da queda nas defesas corporais. Todos esses problemas são mais graves nas crianças de 0 a 5 anos de idade, porque elas são mais vulneráveis biologicamente e mais dependentes do ponto de vista social e económico. Convém lembrar ainda que nesse período da vida o crescimento e desenvolvimento físico e mental são muito acentuados. Outros efeitos da desnutrição são o aumento da morbidade e da mortalidade, além de hospitalização e convalescença prolongadas. Uma população desnutrida representa também maiores gastos em saúde para o país, desde os cuidados primários até a internação. Além disso, é mais difícil para essa população conseguir emprego, o que acarreta problemas socioeconômicos que podem agravar ainda mais o quadro da desnutrição em todo o país, gerando um ciclo vicioso.
Tratamento: O tratamento da desnutrição varia de acordo com a gravidade da doença. Os principais objetivos do tratamento são:
  Recuperar o estado nutricional.
  Normalizar as alterações orgânicas ocasionadas pela desnutrição.
Promover o crescimento (no caso das crianças) e o ganho de peso.
Existem recomendações gerais que ajudam no tratamento de desnutridos:
·         uma dieta específica para o caso, aliada a uma educação (ou reeducação) alimentar; orientações sobre higiene alimentar e pessoal;
·         a participação familiar e comunitária nesse processo.
Responda às seguintes questões:
1.       1. Defina desnutrição
2.    2.   Indique as duas causas principais da desnutrição.
2.1.  Apresente as diferenças existentes entre essas duas causas.
2.2. Indique os fatores relacionados com essas causas.
2.3. Identifique, justificando qual desses fatores afeta mais as crianças de 0 a 6 messes. Justifique a sua opinião.
3     3  .  Indique os métodos de diagnóstico da desnutrição e quem está capacitado para os aplicar.
4. 4.      Indique todas as consequências da desnutrição.
5.   5.    Refira em que idade os problemas de nutrição podem ser mais graves. Explique esse facto
6.  6.     Indique que tratamentos são aplicáveis aos desnutridos
7.  7.     Apresente as recomendações feitas no final do texto.




Para uma breve conclusão, tenho a dizer que a aula correu no seu funcionamento normal, realizámos a análise e as perguntas da ficha ( a correção estará no blogger seguinte), fizemos o que estava estipulado no sumário.




sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Relatório nº 28 _ 12º Ano _ 2015/2016

Lição nº 64/65
Resolução de problemas relacionados com a calendarização da FCT e transportes.
Correção da ficha de trabalho sobre alimentação no primeiro ano de vida.
Variação do tipo de alimentação de acordo com a fase da vida.

Começamos por um diálogo relativamente às orientações de estágio. Assuntos como distribuição de professores, calendarização da F.C.T. e pausas durante o horário de trabalho foram também tratados.
Estivemos também a discutir regras e boas práticas no que diz respeito aos telefonemas e comunicações com entidades.
Estivemos depois a fazer o controlo das faltas.
CORREÇÃO:
1.       Hábitos alimentares inadequados e falta de exercício físico.
2.       Mais económico, mais prático, ajuda a estabelecer relação afetiva com a mãe, é o único alimento completo para esta idade e fornece anticorpos à criança.
3.       A partir dos 6 meses
4.       Até aos 6 meses: beterraba, espinafre, acelga, rabanete e farinha de trigo
Até 1 ano: Alimentos duros, frituras, feijão com casca, peixe, carne de porco, clara de ovo, mel, castanhas, chocolate, bebidas achocolatadas, café, sumos artificiais, abacate, refrigerantes, alimentos enlatados e embutidos.
5.       Lavar as mãos com sabão em àgua corrente antes de preparar as refeições
Lavar bem as frutas e retirar sementes e fiapos;
Lavar bem as verduras e os legumes e cozinhar até ficarem macios;
Manter os alimentos sempre cobertos;
Usar água filtrada ou fervida para oferecer à criança e também para o preparo das refeições.

6.       CTRL+C à CTRL+V
7.       Quando a mãe não amamenta o bebé por falta de leite, ou quando a mãe interrompe antes dos 6 meses.
Passámos ao PowerPoint intitulado de “Alimentação nas diferentes fases da vida”.



Relatório nº27_12ºAno_2015/2016

Lição nº 61,62 e 63
06/11/2015
Sumário: Continuação dos assuntos tratados na aula anterior.
                 As necessidades nutricionais nas diferentes fases da vida: Alimentação no 1º ano de idade.
                 Realização de uma ficha de trabalho.


Iniciámos a aula com confirmações de localidades dos alunos e respetivos passes de transporte.
De seguida estará presente um Power-Point que fala acerca das Terminologias e conceitos básicos em alimentação e nutrição.


Por último analisámos a seguinte ficha de trabalho:

LescolaEscola Secundária Afonso Lopes Vieira
Curso Profissional Técnico Auxiliar de Saúde – 3º ano
Módulo 8: Cuidados na alimentação e hidratação
Carga Horária: 47 horas-   57 Tempos       HSCG   
A docente: Teresa Cunha Pereira

As necessidades nutricionais nas diferentes fases da vida
Alimentação no 1º ano de idade

Uma boa nutrição é condição fundamental para promover o bem estar físico, mental e social de crianças, jovens e adultos, garantindo, em condições normais de saúde, uma boa qualidade de vida.
Em todas as fases da vida dos seres humanos a alimentação deve ser variada e equilibrada. Um só tipo de alimento não contém todos os nutrientes que o corpo necessita - proteínas, carbohidratos, vitaminas, sais minerais, gorduras e fibras.
Além do mais, diferentes grupos de pessoas possuem diferentes necessidades nutricionais, que dependem de fatores como idade, sexo, atividade física, gravidez e amamentação. As necessidades alimentares de uma criança, por exemplo, não são as mesmas de um adolescente, de um adulto ou de uma pessoa idosa.
A Alimentação na Infância
Somente o leite materno, nos primeiros seis meses de vida, é suficiente para garantir uma alimentação completa. A partir dessa idade é preciso diversificar os alimentos, fornecendo todos os nutrientes que serão utilizados no metabolismo alimentar, já que não existe um alimento que contenha todos os nutrientes necessários ao funcionamento do organismo.
Além da manutenção das funções vitais, o organismo da criança precisa de nutrientes para o crescimento, desenvolvimento do sistema nervoso e da estrutura óssea.
Mas é importante saber que tanto a falta quanto o excesso de alimentos podem causar doenças nutricionais como desnutrição, anemia, raquitismo, hipovitaminoses e obesidade (essa última provocada pelo excesso).


No caso da obesidade, apesar do fator genético ser sumamente importante, em geral, as causas mais comuns são os hábitos alimentares inadequados, como a ingestão excessiva de açúcar, doces e gorduras, e a falta de atividade  física.
A obesidade infantil é uma doença de consequências graves, podendo causar: problemas na coluna e nas articulações; diabetes ao atingir a idade adulta; e, ainda, interferir na auto estima da criança.
Segundo estudos realizados no mundo inteiro, a obesidade também está ligada a vários fatores de risco para doenças do coração como hipertensão arterial, colesterol e triglicéridos elevados
Portanto, é preciso promover um equilíbrio entre a qualidade e quantidade de alimentos para garantir uma alimentação nutritiva e balanceada.

A  criança bem alimentada:
cresce e desenvolve-se melhor;
brinca  mais;
aprende com mais facilidade na escola;
tem mais resistência às doenças;
quando adoece, a recuperação é mais rápida.



A Alimentação da Criança no Primeiro   Ano  de Idade
O leite materno é produzido especificamente para atender as necessidades nutricionais e afetivas da criança, e, sempre que possível, deverá ser o único alimento oferecido nos primeiros seis meses de vida. Não precisa de se dar sumos, chás ou água.
O leite materno funciona como uma vacina, protegendo a criança de infeções, diarreia e doenças respiratórias. Não custa nada e é muito prático.
A amamentação também protege a saúde da mãe: diminui o sangramento do parto; favorece a contração do útero; ajuda na recuperação do peso normal; reduz o risco de anemias, de infeções e do cancro de mama.


Aleitação Artificial
A aleitação artificial só deve ser introduzido caso a mãe seja portadora de alguma doença que impossibilite a amamentação ou se o bebé apresentar intolerância ao leite materno.
Caso não haja disponibilidade de leite doado pelo Banco de Leite Humano, o bebé deve ser alimentado com outro tipo de leite, a critério do médico ou nutricionista. No caso do uso de biberão ou outros utensílios, os cuidados com higienização são fundamentais.
Biberão: a superfície deve ser lisa e o fundo plano, de preferência graduada e resistente ao calor. O bico deve ser de borracha ou de silicone e com furo apropriado.
Posição do biberão: inclinar, aos poucos, até a posição vertical, com  o  gargalo  sempre  cheio.
Apenas nos casos do aleitação artificial ou da interrupção do aleitação materna, a alimentação complementar pode ser introduzida mais cedo, a partir de 3 ou 4 meses de idade (muitas vezes quando a mãe retorna ao trabalho).



Higienização e  Esterilização de biberões
– Desmontar o biberão
– Lavar com água e detergente de boa qualidade, usando uma escova própria. Enxaguar bem com água .
– Secar naturalmente e guardar adequadamente em local protegido.
– Um pouco antes de usar o biberão, colocar o biberão a ferver numa panela com água, por 10 minutos (contar o tempo após levantar fervura).
– Colocar o leite já preparado e servir. Não preparar as tetinas com antecedência, para evitar contaminações.
É importante ter sempre em mente que o momento de alimentar a criança deve ser um momento de prazer, de comunhão, de troca de carinho entre a criança e a família.


O bebé deve receber alimentos quando demonstrar fome. Horários rígidos para a oferta de alimentos prejudicam a capacidade da criança de diferenciar a sensação de fome e de estar satisfeito após a   refeição.

Introdução de Novos Alimentos
A partir dos seis meses o bebê está pronto para receber, de forma lenta e em pequenas porções, alimentos complementares:
papas de legumes, verduras, carnes e cereais; papas de frutas; água e sucos de frutas.
Mas o leite materno deve continuar até o segundo ano de vida do  bebé.
A alimentação da criança deve ser variada e composta de alimentos frescos e coloridos. No início ela tende a devolver as primeiras ofertas dos alimentos, pois tudo é novo: a colher, a consistência e o sabor. O importante é ter paciência e continuar oferecendo o alimento até a criança se adaptar.


As papas do bebé devem combinar sabor, cor, textura e nutrientes. Elas precisam ser preparadas com um alimento de cada grupo abaixo:
Grupo do arroz, pães, massas e batata
Grupo das verduras e legumes
Grupo das frutas
Grupo dos feijões (feijão, soja, lentilha, grão-de-bico)
Grupo dos leite, queijos e iogurte
Grupo das carnes e ovos (frango, boi, miúdos, gema de ovo)
Apenas depois do primeiro ano os ovos podem  ser oferecidos inteiros à criança. Até esta idade, usar apenas a gema cozida, ainda assim, com  moderação.
Os alimentos devem ser preparados e servidos na hora.
Ao colocar os alimentos no prato, amassar com o garfo. Se necessário, passar na peneira nos primeiros dias. Não bater no  liquidificador.
Não utilizar o biberão para os alimentos pastosos (sopas, cremes, papas de frutas e legumes), preferir sempre a colher.
Os óleos e o sal também são importantes na alimentação infantil, mas devem ser usados com moderação.

O açúcar também deve ser usado com moderação: muitos alimentos já possuem açúcar na sua composição.
Evitar alimentos enlatados, fritos, refrigerantes, café, rebuçados, salgadinhos e outros produtos industrializados. Esses alimentos não são saudáveis e, além de competir com alimentos nutritivos, eles podem causar cáries e obesidade e interferir na absorção de alguns nutrientes.
O fígado é uma boa opção de vitaminas A e B12, ferro e proteína. Incluir na alimentação da criança pelo menos a cada 15 dias.
A partir da introdução de novos alimentos é importante oferecer água à criança (tratada, filtrada ou fervida).
Alimentos que devem ser  evitados:
Até 6 meses:
Beterraba, espinafre, acelga, rabanete e farinha de trigo.
Até 1 ano:
Alimentos duros (de difícil mastigação), frituras, feijão com casca, peixes, carne de porco, clara de ovo, mel, castanhas, chocolate e bebidas achocolatadas, café, sumos artificiais, abacate, refrigerantes, alimentos enlatados e  embutidos.

Os cuidados de limpeza e higiene na preparação e na oferta dos alimentos evitam a contaminação e doenças como diarreia.
Lavar as mãos com sabão em água corrente
antes de preparar as refeições.
Lavar bem as frutas e retirar sementes e fiapos.
Lavar bem as verduras e os legumes e cozinhar até ficarem macios.
Manter os alimentos sempre cobertos.
Usar água filtrada ou fervida para oferecer à criança e também para o preparo das refeições
Até o nascimento dos dentinhos é necessário higienizar (limpar) a boca da criança, após cada mamada/refeição, com um tecido molhado com água filtrada e/ou fervida. Quando aparecerem os
dentinhos, substitua o pano molhado por uma escova macia, sem utilizar a pasta de dentes.
O quadro abaixo apresenta algumas orientações sobre introdução de novos alimentos:


 Responde às seguintes questões:
1-      Indica dois fatores responsáveis pela obesidade.
R:



2-      Indica 5 razões por que se deve preferir a alimentação com leite materno nos primeiros meses de vida.
R:







3-      Indica em que idade se deve introduzir os primeiros alimentos para além do leite materno.
R:




4-      Enumera os alimentos que devem ser evitados.
R:





5-      Enumera as regras de higiene a ter na preparação e oferta da alimentos
R:





6-      Descreve a forma de higienização de biberões apresentada no texto.
R:


7-      Indica razões que podem levar á introdução de novos alimentos antes do bebé ter 6 meses de idade.
R:



  • A aula correu lindamente, aprendemos que uma boa nutrição é condição fundamental para promover o bem estar físico, mental e social de crianças, jovens e adultos, garantindo, em condições normais de saúde, uma boa qualidade de vida. 
  • E ainda concluímos tudo o que estava previsto para este dia.