2º As - 2014/15

2º As - 2014/15

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Relatório nº52

Lições nº 106 e 107                                                                                           07/02/2014

Sumário: Auto e hetro avaliação do módulo 5.
              Início do módulo 6: objetivos e conteúdos.
              Conceitos de demografia e envelhecimento demográfico.



A professora começou a aula por fazer a chamada de seguida passou por ditar o sumário.
Depois de escrever o sumário a professora deu  uma ficha sobre o comportamento e atitudes para os alunos preencherem, depois de preenchido a professora recolheu e fizemos a avaliação do módulo 5.
De seguida a professora distribuiu duas fichas do módulo 6 onde só começamos a ler uma ficha que falava da apresentação do módulo. A outra ficha de trabalho ficou para explorar na aula seguinte

                   
   ESCOLA SECUNDÁRIA AFONSO LOPES VIERIRA
CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE
Higiene Segurança e Cuidados Gerais Ano Letivo: 2013/14 
M5: Prevenção e controlo da infeção na higienização de roupas, espaços, materiais e equipamentos
 Nome________________________________________________________Nº___ EM___/___/__
 Autoavaliação da componente sócioafetiva

Assiduidade:
Já faltei a _____tempos letivos de 50minutos nesta disciplina.
Faltas injustificadas (tempos de 50mln.) ____
Faltas justificadas (tempos de 50mln.) ____

De acordo com a avaliação que fiz do meu saber ser e saber estar, relativamente à disciplina de HSCG, proponho, para o 4º módulo, a classificação de ____valores na componente sócio-afetiva.


              Escola Secundária Afonso Lopes Vieira
         Curso Profissional Técnico Auxiliar de Saúde
Lescola
Higiene, Segurança e Cuidados Gerais – 11.ºano

Módulo 6Lescola– Cuidados na saúde do idoso
                         Carga Horária: 50 horas - Ano letivo 2013/14         



1. Apresentação
Devido ao envelhecimento demográfico e às alterações no padrão e estruturas sociais e familiares das populações das sociedades ocidentais, e em particular da sociedade portuguesa, são necessárias respostas emergentes adaptadas às necessidades atuais dos respetivos perfis clínicos, sociais e culturais.
Pretende-se sensibilizar os alunos para o trabalho do assistente social e para a problemática do acompanhamento psicossocial das unidades de internamento e em ambulatório.
Este módulo apresenta o ambiente e as vivências próprias da geriatria, as suas características e autuações específicas. Pretende-se a aprendizagem na área da prestação de cuidados diretos a idosos no domicílio e em contexto institucional, zelando pelo seu bem-estar físico, psicológico e social.
Faz-se igualmente o estudo dos aspetos biomédicos, psicológicos e sociais do envelhecimento e da velhice e a aquisição de conhecimentos básicos sobre as patologias mais frequentes nesta faixa etária.
2. Objetivos de Aprendizagem
• Identificar características básicas associadas ao envelhecimento demográfico e ao processo de envelhecimento;
• Caracterizar as novas estruturas de apoio à saúde do idoso emergentes no mercado e despectiva oferta de serviços;
• Caracterizar os princípios fundamentais do processo de envelhecimento, tendo em conta as dimensões biofisiológicas, psicológicas e sociais;
• Identificar as principais características das situações de doença mais frequentes na pessoa idosa;
• Identificar as especificidades a ter em conta nas atividades diárias do idoso;
• Reconhecer os fatores que contribuem para a promoção da saúde na pessoa idosa;
• Executar as tarefas que se integram no âmbito de intervenção do Auxiliar de Saúde com orientação e supervisão de um profissional de saúde;
• Distinguir as tarefas que têm de ser executadas sob supervisão direta do profissional de saúde das que podem ser executadas sozinho;
• Demonstrar interesse e disponibilidade na interação com utentes;
• Manter autocontrolo em situações críticas e de limite;
• Agir em função das orientações do profissional de saúde;
• Reconhecer o impacte das suas ações na interação e bem-estar emocional de terceiros;
• Reconhecer a importância da sua atividade para o trabalho de equipa multidisciplinar;
• Assumir uma atitude pró-ativa na melhoria contínua da qualidade, no âmbito da sua ação profissional;
• Cumprir as normas de segurança, higiene e saúde no trabalho assim como preservar a sua apresentação pessoal;
• Agir de acordo com normas e/ou procedimentos definidos no âmbito das suas atividades;
• Adequar a sua ação profissional a diferentes públicos e culturas;
• Prever e antecipar riscos;
• Demonstrar segurança durante a execução das suas tarefas;
• Reconhecer a importância da concentração na execução das suas tarefas;
• Reconhecer a importância de desenvolver as suas atividades, promovendo a humanização do
serviço.
3. Âmbito dos Conteúdos
1. Análise demográfica
1.1. Conceito e características
1.2. Envelhecimento demográfico
2. A problemática da prestação de cuidados ao idoso
2.1. A família como cuidadora informal
2.2. O isolamento
3. Serviços de apoio à saúde do idoso emergente no mercado
3.1. Tipologia de serviços
3.2. Redes de suporte e recursos da comunidade (cuidados domiciliários)
3.3. O voluntariado e as redes informais de apoio
4. O processo de envelhecimento
4.1. Teorias do envelhecimento
4.2. Dimensões biofisiológicas do envelhecimento humano
4.3. Dimensões psicológicas do envelhecimento
4.4. Contexto social do envelhecimento
4.5. Preconceitos, mitos e estereótipos associados ao processo de envelhecimento
4.5.1. Comportamentos e atitudes
4.5.2. Estereótipos
5. Alterações na saúde do idoso
5.1. Alterações fisiológicas
5.2. Alterações psicossociais
5.3. Alterações nos hábitos de higiene
5.4. Alterações nos cuidados de alimentação
5.5. Alterações na mobilidade
6. Características das situações de doença mais frequentes na pessoa idosa
6.1. Doenças físicas
6.2. Alterações de comportamento
6.3. Doenças degenerativas (demências)
7. Acompanhamento do idoso nas atividades diárias, promovendo a autonomia / independência
da pessoa idosa
7.1. Alimentação
7.2. Eliminação fisiológica
7.3. Higiene e hidratação
7.4. Sono e repouso
7.5. Controlo da dor e outros sintomas
7.6. A relação com o idoso (estratégias de comunicação)
7.7. A promoção da autonomia e independência
7.8. A prevenção de acidentes: quarto, cozinha, casa de banho, escadas
7.9. A importância da ocupação dos tempos livres e do ócio
7.10. A higienização em casa
8. O âmbito de intervenção do/a Auxiliar de Saúde
8.1. Tarefas a executar sob a supervisão direta de um enfermeiro
8.2. Tarefas a executar sozinho/a, sob orientação e supervisão de um Enfermeiro



Escola Secundária Afonso Lopes Vieira
Curso Profissional Técnico Auxiliar de Saúde
Lescola
Higiene, Segurança e Cuidados Gerais – 11.ºano

Módulo 6Lescola– Cuidados na saúde do idoso
                         Carga Horária: 50 horas - Ano letivo 2013/14         
ALTERAÇÕES COMUNS NO ENVELHECIMENTO: DOENÇAS MAIS COMUNS
Envelhecer diz respeito às perdas das funções normais que ocorrem com o passar dos anos. Estas perdas de funções começam a ficar mais evidentes após os 60 anos, no entanto, o que mais afeta as pessoas idosas são as mudanças de papel na sociedade.
Envelhecer é diferente de adoecer. O envelhecimento “normal” (senescência) inclui eventos “normais”/naturais que ocorrem através do tempo e que levam a um declínio funcional, aumentando a nossa vulnerabilidade e a probabilidade de ficarmos doentes. A senescência tem características particulares, e mesmo entre indivíduos da mesma idade pode haver grandes diferenças nas reservas funcionais: há idosos bem-dispostos e em boas condições de saúde; há também idosos cansados e com muitos problemas de saúde.
Vários fatores influenciam no quanto vivemos (a expectativa de vida) e em como envelhecemos. Entre eles podemos citar a herança genética, o acesso a tratamento médico e medidas preventivas, a exposição a agentes ambientais e o estilo de vida. Por exemplo, um idoso de 72 anos acostumado a realizar atividade física, que não fuma e não bebe, terá provavelmente uma capacidade cardiovascular, osteoarticular e respiratória muito melhor do que aqueles com um estilo de vida sedentário. Para um idoso acostumado a se exercitar as alterações normais do envelhecimento tendem a ser mais suaves. Ou seja, as “perdas” relacionadas ao envelhecimento podem ser minimizadas pelo investimento pessoal em funções e atividades em idades mais precoces.
Entre as alterações normais do envelhecimento podemos citar (Um ano antes do acidente ou doença):
·      A pele perde a elasticidade e fica mais fina, sua menos e produz menos sebo. Por isso é comum que ela fique mais fina, seca e áspera, sendo mais fácil coçar e mais fácil abrir feridas com pequenos traumas;
·      O andar fica mais lento, a flexibilidade e os reflexos diminuem, tornando mais fáceis as quedas e mais difícil proteger-se delas.
·      A saliva diminui, os movimentos de deglutição são mais lentos; é mais fácil engasgar-se e sentir a boca ressecada e a saliva grossa;
·       O sistema imunológico, que defende o indivíduo contra infeções, é menos ativo, e o idoso normal tem uma suscetibilidade maior a algumas infeções como pneumonia e tuberculose;
·       O sistema de adaptação de pressão arterial e temperatura também muda, sendo comuns: a deficiência na resposta ao calor ou frio intenso; a ausência de febre nas infeções; as quedas de pressão em mudanças rápidas de posição e a má adaptação da pressão arterial a perdas de líquidos (desidratação);
·       O conteúdo de cálcio dos ossos, a massa e força muscular diminuem;
·      O cérebro diminui de tamanho, porém preserva as suas funções, como capacidade de aprender e memória; existe uma diminuição de memória em idades muito avançadas, mais relacionadas à falta de estímulo e atividade do que à incapacidade de lembrar; mantendo o estímulo e a atividade mental, os idosos preservam a capacidade de exercer as suas funções intelectuais habituais com agilidade e experiência.
·       O coração pode bater mais lento, mesmo em situações em que deveria acelerar, e diminui sua capacidade de adaptação ao "stress";
·       Há uma diminuição da capacidade do pulmão ventilar e da habilidade de tossir;
·       Os rins diminuem a sua reserva funcional, tornando-se mais sensíveis aos medicamentos;
·       O sono altera-se, sendo comum o idoso dormir menos à noite, e ter períodos de sonolência (cochilos) durante o dia, principalmente quando não tem atividade nenhuma.
Resumindo, ser idoso não é uma doença, mas é uma fase da vida caracterizada por diminuição das reservas funcionais e da capacidade do organismo em se adaptar a mudanças bruscas, tornando-o mais suscetível a infeções, quedas, desidratação, efeito colateral de medicamentos, entre outros. O idoso doente tem sinais e sintomas de doença, e deve receber tratamento.
DOENÇAS MAIS COMUNS NO ENVELHECIMENTO
Geralmente, os problemas de saúde mais comuns entre os idosos p o d e m  s e r  b e m controlados e muitas v e z e s p o d e m s e r prevenidos através de uma melhoria no estilo de vida. O idoso não está condenado a ficar doente apenas por ter mais idade.
Dentre as doenças mais c o m u n s n o e n v e l h e c i m e n t o podemos citar:
·      Osteoporose - é a perda anormal de osso, que o torna mais fraco, com maior facilidade para quebrar, e mais difícil de “colar” (recuperar-se de fraturas);
·       Hipertensão arterial - a pressão sanguínea não deve aumentar com a idade, mas é uma doença comum da terceira idade e deve ser tratada;
·      Diabetes (altos níveis de açúcar no sangue) - também é doença que aumenta com a idade;
·      Acidente vascular cerebral - também conhecido como derrame cerebral, é uma obstrução súbita da circulação do cérebro; manifesta-se frequentemente pela perda de força muscular (paralisia) de metade do corpo. A prevenção inclui o tratamento da hipertensão arterial, do diabetes e do excesso de colesterol;
·      Demência - popularmente conhecida como esclerose, inclui doenças como a Demência de Alzheimer e a Demência Vascular. Afeta a capacidade de memória, fala, escrita. Os doentes esquecem de coisas importantes como comer, ir ao WC, o caminho de casa; ocorre dificuldade em achar as palavras (“como se chama àquilo com o que se come”, para definir garfo), o nome dos filhos e parentes; podem se tornar agressivos ou apáticos (muito quietos), e geralmente lembram-se bem das coisas muito antigas e esquecem as atuais (lembram-se da infância, mas não se lembram do nome dos filhos). A fase final da doença é no leito, com incapacidade para se mobilizar, comunicar, alimentar. A demência de Alzheimer ainda não tem prevenção. A demência vascular é causada por áreas de ausência de circulação no cérebro, e pode ser prevenida com o bom controlo da pressão, do diabetes, do colesterol, dos excessos de fumo e bebidas alcoólicas.
·       Cancro de mama - 45% dos casos diagnosticados são em mulheres com mais de 65 anos; por isso são importantes os exames preventivos (como o autoexame e a mamografia) na terceira idade.
·      Cancro de próstata - é doença comum no idoso;
·      Cancro do cólon e reto (intestino) são doenças comuns em idosos, principalmente naqueles com obstipação crônica (intestino preso), consumidores de alimentos pobres em fibras e fumantes.
·      Osteoartrose - é um desgaste das articulações, que acomete 70% dos idosos; pode acometer a coluna, joelhos, quadril e mãos, e a manifestação principal é dor crónica; não tem cura mas as complicações podem ser prevenidas com ginásticas de alongamento, fortalecimento dos músculos e orientação de postura (como andar, dormir, pegar pesos).
·      Cancro de pele: muito comum em idosos, principalmente naqueles de pele clara e expostos muito ao sol durante a vida; geralmente é de fácil tratamento, se diagnosticado precocemente;
·      Catarata: doença na vista, que prejudica a visão, facilmente tratada com cirurgia.


Precisamos de uma atenção especial para distinguir entre alterações normais do envelhecimento e doenças do idoso, para não atribuirmos erroneamente ao envelhecimento natural doenças que são passíveis de prevenção e tratamento, ou mesmo cura; de outro lado, alterações do envelhecimento normal podem ser atribuídas a doenças, e exames e tratamentos podem ser erroneamente realizados.


segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Relatório nº 51

Lição nº 104 e nº 105                                                                      2014/01/03

Sumário: Conclusão da avaliação prática individual do módulo 5.


A professora Teresa iniciou a aula com a chamada, seguidamente a professora ditou o sumário aos alunos.
Após isto, a professora começou então as avaliações práticas. O primeiro grupo foi avaliado na questão de fazer a cama de lavado com um paciente semi-dependente/dependente.









 Depois do 1ºgrupo ter terminado a sua avaliação, o grupo seguinte foi avaliaado na questão de higienização das partes intimas de um paciente.





Seguiu-se o 3º grupo, este foi avaliado na higienização do corpo, excluindo as partes íntimas do paciente.









Para finalizar, o 4º e último grupo foi avaliado na questão de trocar de roupa um paciente ligado a soro e mudar a roupa da cama deste.

Relatório nº50

Lição nº 103 e 104                                    31/01/2014

Sumário: Entrega e correção da prova de avaliação.

No ínicio da aula a professora ditou o sumário para os alunos. De seguida, realizou-se a correção da prova de avaliação cuja proposta de correção se apresenta a vermelho a seguir a cada questão


1.                 Para que o paciente acamado possa ter um melhor bem-estar e conforto, é necessário que se tenha vários cuidados com a higiene do mesmo.
A higiene refere-se às práticas que promovem a saúde através da limpeza
pessoal. É incentivada por atividades como banho, a escovação dos dentes, a
limpeza e a manutenção das unhas dos pés e das mãos, a lavagem dos cabelos
e o pentear-se. (TIMBY, 2001).
1.1 Ordene os passos a seguir apresentados, referentes ao banho no leito de um acamado, por ordem cronológica de ação (escreva o nº de ordenação atrás da letra)(14)
A.   Lavar os cabelos 5
B.   Lavar os olhos do paciente do ângulo externo para o interno 6
C.   Colocar a toalha de banho sob um dos braços do paciente e lavá-lo no sentido do punho para as axilas em movimentos longo 7
D.   Colocar a roupa da cama, por ordem inversa de utilização, no espaldar da cadeira, a fronha na cadeira e o pijama por cima 3
E.    Colocar a toalha de banho e arrastadeira sob o paciente 11
F.     Fazer a higiene íntima do paciente 12
G.   Lavar o tórax e abdómen; 8
H.   Lavar as pernas fazendo movimentos passivos nas articulações, massagear as proeminências ósseas 9
I.        Vestir  o pijama 14
J.      Trocar a roupa de cama 13
K.   Recolocar o travesseiro e deixá-lo em posição confortável 14
L.    Colocar o biombo  1
M.  Desprender a roupa de cama, retirar a colcha, o cobertor, o travesseiro e o pijama, deixando-o protegido com o lençol 2
N.   Colocar o lava cabeças sob a cabeça 4
O.   Flexionar o joelho do paciente e lavar os pés, secando bem entre os dedos 10

1.2-Procedimento a seguir é feito com o paciente em posição de Fowler e com a cabeça lateralizada;
- proteger o tórax com a toalha de rosto;
- colocar a cuba-rim sob a bochecha;
- solicitar para que abra a boca ou abri-la com auxílio da espátula;
- utilizar a escova com movimentos da raiz em direção à extremidade dos dentes;
- fazer cerca de 6 a 10 movimentos em cada superfície dental, com pressão constante da escova;
 - repetir esse movimento na superfície vestibular e lingual, tracionando a língua com espátula protegida com gaze, s/n;
1.2.1- Indique como se consegue a posição de Fowler numa cama articulada.(6)
R: Podemos manipular o comando da cama, colocando esta com a parte da cabeceira da cama levantada, de forma, o paciente ficar sentado e fletir as pernas do paciente para não escorregar.
1.1.2- Selecione das seguintes opções aquela que respeita ao tipo de paciente a que o procedimento diz respeito(8)
- paciente com pouca limitação
- paciente entubado
- paciente inconsciente
-paciente totalmente dependente
Lavar cabelo no leito1.3 Os cuidados básicos dos cabelos incluem: observar, lavar, escovar, pentear e cortar. Num paciente acamado, muitas vezes, o cabelo tem que ser lavado no leito quando não existe material adequado para o fazer de outra forma. Observe o esquema ao lado que indica uma técnica a que muitas vezes tem que se recorrer.
1.3.1 Selecione a situação em que é mais provável recorrer a esta técnica(8)
- Utente acamado que vive num lar
- Utente acamado de uma unidade de cuidados continuados
- Utente acamado num hospital
- Utente acamado na sua residência
1.3.2 Faça a relação do material necessário que o técnico auxiliar de saúde (TAS) precisa para lavar a cabeça nesta situação.(10)
R: Nesta situação os TAS precisam: água tépida, jarro, plástico em forma de funil, toalha, shampoo, amaciador, pente ou escova, luvas de procedimento, avental impermeável, balde para recolher água, secador de cabelo.

1.3.3 Indique o tipo de banho mais apropriado para lavar a cabeça se o utente puder deambular ou sentar-se numa cadeira de banho assistido.(6)
R: Banho no chuveiro
2.             Os objetivos da higiene oral centram-se na necessidade de manter a boca limpa e húmida, ajudar a conservar os dentes e mucosa oral, remover restos alimentares, massajar as gengivas, estimular a circulação e prevenir complicações. Apresentam-se a seguir dois procedimentos a executar com diferentes estados do utente/paciente.


Paciente A Parcialmente dependente
Paciente B Totalmente dependente
1.     Colocar água no copo descartável
2.     Colocar toalha sobre o tórax
3.     Oferecer o material de escovação, ajudando-o se necessário
4.     Oferecer a água para bochechar várias vezes
5.     Colocar cuba rim sobre o queixo para receber a água utilizada
6.     Oferecer toalha
7.     Caso seja necessário, instruí-lo a maneira correta de escovação de dentes e língua
1.     Montar material de aspiração (sonda de aspiração e conexões do vácuo) S/N
2.     Colocar água no copo descartável
3.     Colocar toalha sobre o tórax
4.     Humedecer a escova ou espátula envolvida em gaze com água e solução dentifrícia
5.     Não colocar qualquer tipo de líquido na cavidade oral, pois existe risco de aspiração
6.     Escovar os dentes com movimentos circulares e gengivas
7.     Limpar a mucosa oral e o palato
8.     Lavar a língua usando espátula
9.     Lubrificar os lábios se estiverem ressecados
2.1 Complete a tabela identificando cada tipo de paciente.(10)
2.2 Faça a lista do material necessário para o paciente A para fazer a higiene oral.(10)
O material necessário é: copo descartável, água, escova dos dentes, pasta dos dentes, antisético oral, cuba-rim, vaselina, toalha, fio dental, impermeável protetor da cama.
2.3           Identifique o produto mais usual para utilizar no ponto 9 do paciente B.(6)
R: O produto mais usual é a vaselina pura.
3.     Os idosos apresentam dificuldades na eliminação de fezes e urina podendo sofrer de incontinência fecal e/ou urinária
3.1 Preencha, adequadamente os espaços em branco da seguinte frase. (8)
A incontinência fecal significa a impossibilidade de controlar a evacuação das fezes por redução ou por desaparecimento das capacidades contrácteis do esfincter anal.
 3.2 A ostomia é uma abertura realizada cirurgicamente para exteriorizar uma parte do intestino na parede do abdómen, por onde passam a ser eliminadas as fezes ou urina.
3.2.1 Distinga os três tipos de ostomias estudados (colostomia, ileostomia e urostomia)(9)
R: A ostomia é uma abertura realizada cirurgicamente para exteriorizar uma parte do intestino, feita na parede do abdómen por onde passam a ser eliminadas as fezes e a urina. Se essa abertura for feita para exteriorizar o cólon denomina-se colostomia, se for para exteriorizar o ileo (parte do intestino delgado) denomina-se ileostomia e se for para eliminar a urina (por falta de bexiga ou uretra) denomina-se urostomia.
3.3  Um utente poderá necessitar de utilizar uma arrastadeira e/ou um urinol devido ao facto de o doente não conseguir caminhar até à casa de banho.(14)
Classifique as seguintes afirmações de falsas (F) ou verdadeiras (V).
- Quando o doente está acamado não é tão importante que urine e evacue regularmente. Falso
- As arrastadeiras e urinóis reutilizáveis precisam de ser desinfetados. Verdadeiro
- Os homens utilizam a arrastadeira para evacuar mas preferem, geralmente, utilizar um urinol para urinar. Verdadeiro
- um utente acamado deve ingerir menos água para urinar menos. Falso
- Para colocar a arrastadeira a um paciente deve-se colocá-lo sempre em decúbito lateral. Falso
- Os doentes com incontinência fecal ou urinária devem ser imediatamente limpos e enxutos. Verdadeiro
-  Existem bolsas coletoras de urina discretas que são fixadas na cintura dos pacientes sob a roupa. Verdadeiro
http://img.alibaba.com/photo/515999438/One_Piece_Urostomy_Bag.jpg3.4 Faça a legenda na figura do material apresentado a seguir(14)

  A               B                  C                   D                E                  F                        G
A – arrastadeira
B – arrastadeira pediátrica
C – arrastadeira em bico de pato
D – urinol
E – Bacio alto
F – Saco coletor
G – Máquina de desinfeção de material
3.4       https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEimCiPGKlzv9zsTUGNIFhA70KpD6tIV0u204bL-qH8zaH-mvbyrOFUuCMvAFCamfB6RJmPuvxWdpEr3coq1DgC50M559BiOIqbyRV9sldsO54rT0xSqF4WOcXrtPYZ0J7QEp5M_kaXlvTk3/s1600/Enema.gifEm determinadas situações é necessário administrar clisteres ou enemas aos doentes acamados.
3.4.1-                    Indique em que consiste esta técnica.(10)
R: Esta técnica consiste na inserção de um tubo/cateter no reto, através do ânus, para administrar uma solução que amolece as fezes e permite a defecação. O saco onde se coloca a solução deve ficar em plano superior ao doente para que a mesma entre por gravidade.
3.4.2-                    As Regras gerais para a administração de clisteres são as seguintes:
- Compreender a finalidade e a temperatura tipo, quantidade e adequado prescrito clister.
- Purgar o circuito completo para impedir a entrada de ar para dentro do reto.
- Administrar a solução lentamente, às vezes beliscar  
- Quando todo o líquido tiver sido introduzido, ou quando o paciente já não pode a sonda é removida.
- O paciente deve ser encorajado a manter, tanto quanto possível. Quando se trata de um clister de retenção de tempo recomendado é de pelo menos 30 min. Quando se trata de limpeza enema o tempo recomendado é de 5 a 10 min.
3.4.2.1 Indique qual o posicionamento adequado do paciente para:
a) Ser administrado o clister(6)
R: Decúbito lateral
b) manter o clister o tempo adequado sem evacuar(6)
R: Decúbito dorsal
4- Em certas situações, há doenças que obrigam à permanência na cama por semanas ou meses. Este acamamento envolve alguns riscos e obriga a cuidados especiais, de modo a prevenir as complicações inerentes a uma relativa imobilidade do corpo.
4.1 Indique duas necessidades básicas fundamentais, estudadas no módulo 5, que a que o paciente tem direito.(8) Higiene e conforto e eliminação.
4.2 Apresente 3 regras a ter em conta no que respeita às roupas da cama.(12)
R: A roupa deve ficar esticada, roupa limpa, roupa com prega de conforto, quantidade adequada.
4.           Imagine que ficava responsável pelo apoio de um idoso seu familiar que apresenta sinais de incontinência
5.            Selecione a opção que menos concorda em cada uma das seguintes situações (7x5=35)
5.1Como é que enfrenta o problema de incontinência do um familiar idoso?
- Deixo-o ficar de dia e de noite com fraldas de forma a evitar estar sempre a lavar roupa.
- Dou ao meu familiar idoso roupas que sejam simples de despir quando vai ao WC
- Supervisiono-o enquanto ele se limpa ou se lava depois de utilizar o WC.
5.2. O que fez ao ambiente de casa para que o acesso ao WC fosse mais fácil?
-  Não fiz nada porque é  difícil fazer modificações em casa.
-  Marquei o acesso e a porta do WC para esta poder ser reconhecida pelo familiar.
- Assegurei-me de que existia suficiente iluminação e corrimões no caminho para o WC.
5.3. Como fez para que as roupas do seu familiar idoso promovam a continência?
•Não fiz nada – deixo-o apenas com as suas roupas normais.
•Dei-lhe roupas que são fáceis de vestir quando vai ao banheiro.
•De acordo com as suas necessidades, adaptei-lhe as calças com um fecho de velcro e providenciei roupa alternativo que é mais fácil de vestir.
5.4. Alterou/adaptou de alguma forma a dieta do seu familiar idoso com o intuito de promover a continência?
- Não o deixo beber nada depois das 17 horas de forma a reduzir a probabilidade de ele se molhar à noite.
- Cortei com as bebidas com gás e com o café.
- Cortei com bebidas com cafeína uma vez que são diuréticas, mas não na quantidade do líquido ingerido e aumentei a quantidade de fibras ingeridas de forma a minimizar o risco de ter prisão de ventre.
5.5. Como lida com as reações emocionais do seu familiar idoso face à sua incontinência?
-  não mostra reação, como tal, não tenho que lidar com nada.
- Apoio-o e consolo-o, quando ele se aborrece.
- Garanto que é algo que juntos iremos enfrentar, que não é nada que me deixe embaraçado ou que me faça gostar menos dele.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Relatório 49_11ºano

Aula nº 100 e 101                                                                  29.01.2014
Sumário: Realização de uma avaliação sobre o módulo 5.
Continuação da avaliação prática de alguns alunos.

Nesta aula os alunos realizaram um teste  relativo ao módulo 5, isto nos primeiros 50 minutos de aula. Na segunda parte da aula a professora continuou a avaliação prática de alguns alunos. Durante esta avaliação, á medida que as alunas estavam a ser avaliadas, a professora ia explicando a melhor forma de fazermos determinada atividade e corrigindo alguns erros que não devíamos cometer.

Os alunos que não estavam a ser avaliados, observavam com atenção a avaliação dos colegas, e os erros que estes cometiam, para quando chegasse a sua vez não cometerem o mesmo erro.