2º As - 2014/15

2º As - 2014/15

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Relatório 36


Relatório 36
Relatório de Aula
Lição nº 67/68
Sumário: Visionamento de um filme: “Filadélfia”.
                 Palestra sobre a SIDA.


Neste aula foi distribuído, á turma. um texto de apoio sobre o filme “Filadélfia “Comemoração do Dia Mundial de Luta Contra a SIDA”.
            As professoras de HSCG e Saúde (aula em conjunto) mostraram-nos este filme, que retratava um homem que tinha SIDA e tinha sido discriminado, e organizaram uma palestra sobre o tema pois estavam relacionados com o tema abordado nas aulas e também para percebermos melhor o tipo de doença e o preconceito que algumas pessoas têm ao conviver com a doença.
Como não houve tempo nessa aula para concluir o visionamento do filme, foi feito acabado no dia 29 de Novembro de 2012. Na aula de Saúde, concluímos o visionamento do filme e debatemos sobre a doença de Andrew, sobre o tipo de julgamento feito e o tratamento que há hoje em dia para esta doença.
            Após o visionamento do filme, foi elaborado um relatório em grupo para a professora poder avaliar os aspetos que retivemos do filme. Elaborado o relatório  foi selecionado, o que a seguir se indica.
Foi feita também uma palestra sobre o Dia Mundial de luta contra a SIDA dinamizada pelo professor Jorge Baptista, intitulado “Ama e Protege-te”.
Relatório do filme “Filadélfia”


Data do visionamento do filme: 28 de Novembro de 2012
Local: Auditório Monte Alverne
Título do filme: Filadélfia
Realizador: Jonathan Demme
Ano de realização: 1993
Personagens principais: Andrew Beckett e Joe Miller
Motivação: Na disciplina de HSCG desenvolvemos o assunto relativamente à SIDA.


            Este filme conta a história de Andrew Beckett, um advogado homossexual, que não se assume para não ser gozado pelos seus patrões e colegas de trabalho numa grande empresa de advogados em Filadélfia e assim decide esconder de todos a sua orientação sexual. Mas, como Andrew apanhou SIDA chega a uma altura que já não consegue esconder mais a sua doença e é despedido. Beckett indignado pela situação de ser despedido por ser portador e doente do vírus HIV e porque divide a sua vida com Miguel Alvarez contrata então Joe Miller, um advogado negro homofóbico,  que enfrenta os seus preconceitos e vai com este caso para tribunal, processando a firma e os chefes por despedimento, sem justa causa, até porque a sua competência profissional era excelente até ao momento.
            Durante o julgamento foram ouvidas várias testemunhas, entre elas o próprio Andrew e o seu chefe, que antes de descobrir a doença e a opção sexual de Andy admirava o seu trabalho. O julgamento foi longo com várias audiências e depois de ouvidas todas as testemunhas, o júri decidiu condenar o escritório em que Andrew trabalhava a pagar uma elevada indenização. Antes mesmo de ouvir a decisão Andrew tinha sido internado no hospital com sinais de declínio da doença, onde faleceu de seguida.
            Este filme mostra-nos a discriminação com a doença e o preconceito com a homossexualidade, que muitas pessoas ainda têm.
            Os chefes de Andrew agiram de forma errada ao sabotar o seu trabalho procurando um motivo para demiti-lo.
            Podemos afirmar que é um filme muito comovente e que nos mostra como o preconceito ainda existe nos dias de hoje, falando da discriminação de pessoas seropositivas e do preconceito de homossexualidade, levando-nos a refletir em que sociedade  é que nós nos encontramos.
Neste filme, podemos ver como a sociedade está mal informada sobre esta doença. A população pensa que o HIV é contagioso, que se pega como uma constipação, mas como nós sabemos  que isso está errado..Com o visionamento deste filme permitiu ao grupo perceber os sintomas que uma pessoa com SIDA tem e se não for tratada de imediato avança de tal maneira que em poucos meses a pessoa pode morrer. Este filme levou nos a pensar que apesar da Homossexualidade não ser uma doença as pessoas ainda têm muito preconceito em relação à orientação sexual homossexual e que os portadores do vírus HIV são vítimas de descriminação na sociedade, sociedade esta que não tem os conhecimentos necessários para lidar com pessoas seropositivas agindo de forma incorreta ou mesmo preconceituosa.

FICHA TÉCNICA

Diretor: Jonathan Demme
Elenco: TomHanks, Denzel Washington, Jason Robards, Mary Steenburggen, Antonio Banderas, Joanne Woodward, Robert Ridgely, Charlies Napier
Produção: Jonathan Demme, Edward Saxon
Roteiro: Ron Nyswaner
Fotografia: Tak Fujimoto
Trilha Sonora: Howard Shore
Duração: 125 minutos
Ano: 1993
País: EUA
Género: Drama
Cor: Colorido
Distribuidora: Não definida
Estúdio: TriStar Pictures / Clinica Estetico

Joana

Relatório 35



Lição nº 65 e nº 66                                            28/11/2012
Sumário
A prevenção das infeções associadas à prestação de cuidados específicos: Os cuidados do corpo e transporte " pós-mortem" .
Nesta aula foi-nos entregue uma ficha sobre " Prevenção e controlo da infeção: princípios básicos a considerar na prestação de cuidados de saúde – cuidados Pós-morte."
A partir desta mesma folha, foi-nos explicado o que se deve ou não deve fazer sobre um individuo em pós-morte. A seguir apresento-vos os procedimentos corretos que se deve ter nos cuidados pós morte.


Após a entrega da ficha assinalamos os procedimentos corretos a ter, que passo a mencionar:
- Vestir o avental, calçar as luvas e colocar a máscara (se necessário)
- Retirar sondas cânulas, drenos (em recipiente próprio com solução desinfetante
- Fazer higiene do corpo com água e sabão
- Remover curativos e refaz-los se necessário
- Tamponar os orifícios do corpo com algodão seco, montado em pinça longa, de tal modo que não apareça o algodão: no ouvido basta introduzir o algodão o mais profundamente possível; para a região orofaríngea, tracionar a língua para a frente com uma pinça e com a outra mais longa introduzir o algodão de modo a bloquear também a rinofaringe, nariz, ânus, vagina igualmente são tamponados.
- Remover a roupa da cama e colocar no hamper
- Encaminhar o corpo ao necrotério
- Fazer a desinfeção da maca com fenol, no necrotério
- Desprezar as luvas e maáscaras no lixo e colocar o avental no hamper do necrotério
- Lavar as mãos no necrotério
- Lavar as mãos na unidade
- Providenciar a limpeza terminal da unidade.

Laura Veloso
Nº 17 1AS

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Relatório nº34


Relatório nº34

Este relatório  refere-se às aulas nº63 e 64 no dia 26-11-2012, na qual o respetivo sumário foi:
Continuação do estudo das infeções associadas a serviços específicos: pediatria, laboratórios, unidades de cuidados intensivos, blocos operatórios, salas de parto e consultas.
No início da aula a professora começou por explicar aos alunos o que eram as precauções padrão. São medidas de prevenção que devem ser utilizadas na assistência a todos os pacientes na manipulação de sangue, secreções e excreções, e contacto com mucosas e pele não-intacta.
Essas medidas incluem a utilização de equipamentos de proteção individual com a finalidade de reduzir a exposição do profissional a sangue ou fluidos corporais, e os cuidados específicos recomendados para manipulação e  deitar fora  materiais perfuro-cortantes, contaminados por material orgânico.
    Têm por objetivo evitar a transmissão de infeções (conhecidas ou não) do paciente para o profissional de saúde.
Depois falamos do isolamento do doente e das suas medidas específicas tais como: colocar o doente num quarto individual, colocar na porta identificadora o tipo de isolamento e se não for possível colocar o doente num quarto individual colocá-lo junto de pacientes que tenham infeção ativa com o mesmo microrganismo mas nenhuma outra infeção.  Falou-se ainda das várias recomendações de limpeza, desinfeção e recomendações gerais de prevenção.
Ao longo do decorrer da aula fomos falando de vários outros serviços específicos. Unidade de utentes imunodeprimidos, pediatria, unidades de cuidados intensivos e unidades de cuidados intermédios, blocos operatórios, salas de parto, laboratórios e consultórios.
Na minha opinião esta aula foi muito produtiva porque permitiu aos alunos ficarem  a conhecer e a compreender várias normas e recomendações que temos que cumprir para o bem dos doentes, do hospital e dos profissionais de saúde. Assim em estágio, ou quem sabe um dia mais tarde, podemos vir a trabalhar nestes locais, mas já tendo adquirido todas as normas e recomendações a cumprir.

Inês Rainho

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Relatório nº33


Relatório 33


Lição nº62                                                                                        23-11-2012

Sumário:Entrega dos relatórios feitos das aulas práticas,
               Algumas considerações sobre erros cometidos.
               Prevenção das infeções associadas ás unidades/Serviços                                                  especificos: o isolamento e as unidades dos utentes imunossuprimidos.

    
         A professora informou-nos sobre uma visita de estudo a realizar no dia 19 de Dezembro de 2012 à Escola Superior de Saúde de Leiria. Esta visita tem como objetivo ficar a conhecer  os laboratórios de enfermagem e os equipamentos existentes . Os alunos fizeram algumas perguntas sobre a visita as quais a professora esclareceu.
     Também foram entregues os dois relatórios elaborados e a professora fez alguns reparos ao modo como os realizamos.
     Um dos relatórios consistia em fazer o procedimento da aula prática  em que foi feita a Coloração de Gram.
     No outro foi feita a observação macroscópica de colónias de bactérias.
     Num relatório sem capa o trabalho deve conter titulo no inicio e o nome do autor no final, de conter um objetivo (quando for pedido). A professora voltou a dizer-nos para nós realizarmos apenas  o que for solicitado para pouparmos tempo e papel .
    Os alunos entregaram os cadernos diários para a professora levar e avaliar.
    Com todos os reparos feitos pela professora acabámos por não escrever o sumário que foi escrito na aula seguinte.


Conclusão: As aulas de 45 minutos são insuficientes para realizar tudo, o que levou a que não escrevessemos os sumários que estavan em falta.Também não foi cumprido o sumário todo.

                                                                                                                                       Diana

relatório 32


Relatório nº 32

Lição nº 61                                                                     22.11.2012

Sumário: participação na comemoração dos 30 anos da  ESALV.

No dia 22 de Novembro de 2012, comemorámos os 30 anos da Escola Secundária Afonso Lopes Vieira, onde a turma 1AS, participou numa Palestra «Física do Corpo Humano», com a Doutora Lucília Santos, no Auditório da escola onde se apresentaram os alunos do 10º e 11º de FQ e os alunos do 1AS. Alguns  alunos do 1AS também participaram nas coreografias, realizadas pelos alunos de Desporto no pavilhão Gimnodesportivo

Cristiana  Abrantes

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Relatório nº 31


Lição nº 59 e 60                                                                      21/11/2012
Sumário:
Situações de risco potenciadoras de infeção: os contextos de prestação de cuidados (continuação); especificidades na área da prevenção e no controlo da infeção da forma a prevenir a transmissão da infeção: aerossóis, gotículas e contacto; precauções com o equipamento, transporte e alojamento dos utentes.

Na aula abordamos as situações de maior risco de infeção: as formas de prevenir, fundamentos de precauções, mecanismos de transmissão, dispositivos médicos; precauções padrão, precauções específicas.

Situações de maior risco de infeção 

·         Formas de prevenir a infeção
-
Aerossóis
-Gotículas
-Contacto

·         Fundamentos de precauções
Conhecer as normas básicas dos hospitais

·         Mecanismos de transmissão
-Por contacto direto e indireto

-Transmissão por gotículas

-Transmissão por aerossóis

 

Aerossóis:

            Partículas inferiores a 5 micras, permanecem suspensas no ar durante algum tempo.

            Podem propagar-se para outros sítios, através do vento, por isso convém ter sempre uma forma especial de ventilação das salas para prevenir a transmissão.

 

Gotículas:

            Partículas maiores que 5 micras que não permanecem suspensas no ar.

            Originam-se durante a tosse, o espirro ou até mesmo durante uma conversa. A transmissão de gotículas requer um contacto próximo, entre um individuo e um recetor.
            Dai o motivo da necessidade de fazer limpeza terminal e concorrente.

            Limpeza terminal- é feita com agua e detergente, superfícies descontaminadas com solução de 1% de cloro (especial atenção às paredes, manípulos de portas e janela), deixar atuar o desinfetante.

            Limpeza concorrente- é a limpeza que se faz diariamente

Contacto:

            Ocorre quando existe contacto direto e indireto

            Contacto direto- Envolve sempre o contacto pele a pele

            Contacto indireto- transmissão por equipamento infetado como as agulhas, roupas, luvas utilizadas de um individuo para outro.

 

MEDIDAS:

Ø  Uso das luvas e lavagem das mãos:

-utilizar luvas limpas antes de entrar num quarto ou área de isolamento;
-trocar de luvas depois do contacto com material infetante;

          -retirar as luvas antes de abandonar a área de isolamento depois lavar as mãos com sabão antisséptico ou descontaminando-as com uma solução alcoólica;

          -garantir que não se toca em superfícies ou objetos contaminados.

 

Ø  Uso de bata ou avental

                           -utilizar uma bata limpa;

                           -retirar a bata antes de sair do ambiente contaminado;

                           -garantir que não se toque em nenhum sitio contaminada.

 

 

·         Dispositivos médicos

      Equipar o quarto com material não crítico individualizado como as arrastadeiras, estetoscópio, etc.
      Se for impossível o uso deste equipamento individualizado, a limpeza e desinfeção com álcool a 70% deve ser assegurada.

·         Precauções


Precauções padrão:
             -lavagem das mãos;
             -luvas
            -máscara e óculos de proteção
            -avental;
            -artigos e equipamento de assistência ao paciente

            -ambiente
           -cuidados com as roupas

            -material pérfuro-cortantes
 
Precauções específicas:

             -gotículas

            -aerossóis

              -contacto

Na aula houve várias duvidas acerca de outros assuntos, mas mesmo assim concretizamos o sumário todo.

Apesar das dúvidas todos tiveram um comportamento adequado a uma sala de aula.

                                                                                         Cristiana Dinis nº9 1AS

 
 
 
 
 
        
 

domingo, 2 de dezembro de 2012

Relatório nº 30


Lições nº 57 e 58
19.11.2012
Sumário: O técnico auxiliar de saúde como potencial hospedeiro e/ou vector de infeções.
Situações de risco de potenciadoras de infeções: os contextos de prestação de cuidados na área de prevenção e controlo da infeção.
                Começamos por continuar a falar do preservativo, tanto feminino como masculino.
Preservativo:
·         Ter sempre um preservativo disponível.

·         Utilizar um preservativo para cada ato sexual. Este deve ser colocado antes da penetração, mesmo que não haja ejaculação.

·         Manipular o preservativo com cuidado de modo a não danificar o látex. Colocar o preservativo sobre o pénis ereto, segurando no reservatório de modo a evitar a acumulação de ar.

·         Utilizar um lubrificante adequado (hidrossolúvel) ou pomada espermicida, disponíveis nas farmácias. Não usar vaselina, óleos solares ou gorduras alimentares, todos estes produtos degradam o látex.

·         Não usar um preservativo danificado - seco, que cole ou com cor não uniforme.

·         Ter o cuidado de retirar o preservativo, segurando na sua base, depois da ejaculação e antes do fim da ereção, para evitar
derramamento do esperma
·         Não utilizar um preservativo já usado.

·         Conservar os preservativos ao abrigo do calor, da luz e da humidade.

·         Verificar regularmente a data de validade dos preservativos. Não usar um preservativo fabricado há mais de cinco anos.


Depois a professora entregou-nos uma ficha sobre potenciais alvos de infecções e fizemos a leitura da mesma, sublinhando os pontos mais importantes.


°         Potenciais alvos da infeção                                  
°         O/A Técnico/a Auxiliar de Saúde como potencial hospedeiro e/ou vetor de infeção
Durante o desenvolvimento do trabalho na área da saúde, tanto no atendimento direto ao paciente ou nas atividades de apoio, os profissionais de saúde entram em contato com material biológico. Como material biológico, referimo-nos a sangue, secreções e excreções tipo vómito, urina, fezes, sémen, leite materno, escarro, saliva e outros fluidos corporais. Estes materiais biológicos podem estar alojando microrganismos, por isso consideram-se estes fluidos de pacientes ou os equipamentos e ambiente que estiveram em contato com eles, como potencialmente contaminados por germes transmissíveis de doenças. Por não se saber se os micróbios estão ou não presentes nestes equipamentos, deve-se sempre considerá-los contaminados. Desta forma, na rotina de trabalho deve-se sempre estar consciente da importância de proteção ao manipular-se materiais, artigos, resíduos e ambiente sujos de sangue e/ou secreções.
Assim, o Técnico Auxiliar de Saúde como profissional de saúde é um potencial hospedeiro e/ou vetor de infeção: pode ser infetado ou servir de vetor para levar a infeção a outros doentes, colegas de trabalho e até para a comunidade.
Segundo as Precauções Básicas todos os doentes devem ser considerados como potencialmente infeciosos, assumir que todo o sangue e outros fluidos corporais podem estar contaminados e assumir que todos os objetos cortantes, usados, estão contaminados.
 Assim as estratégias de prevenção das IACS, baseadas nas Precauções Básicas, devem constar de:
 Higiene das mãos;
 Boas práticas nos procedimentos invasivos, como utilização de técnica asséptica;
 Limpeza, desinfeção e esterilização dos dispositivos médicos;
 Uso racional de antimicrobianos;
 Administração segura de injetáveis;
 Descontaminação dos equipamentos;
 Higiene ambiental hospitalar;
 Uso racional do equipamento de proteção individual;
 Uso correto e rejeição de cortantes e ou perfurantes;
 Encaminhamento correto após exposição;
 Correto programa de vacinação;
 Boas práticas no transporte de espécimes;
 Precauções com doentes que estão contaminados.
 Precauções com doentes com infeções epidemiologicamente importantes;
 Isolamento e colocação dos doentes colonizados / infetados conforme a via de transmissão.
 Higiene respiratória
Todos os profissionais de saúde devem cumprir as normas e orientações, na sua prática, de forma a prevenir e reduzir a incidência de infeções. Devem conhecer as Precauções Básicas de prevenção e controlo de Infecção a serem aplicadas em todas as situações. Da intervenção correta dos profissionais depende a real prevenção das IACS e a segurança dos doentes.
Apresenta-se, a seguir a Norma 2- Precauções Básicas - do HOSPITAL DE SANTA MARIA, emanada da COMISSÃO DE CONTROLO DA INFEÇÃO HOSPITALAR

1-       Norma 2 - Precauções básicas
 Estas regras pretendem prevenir a transmissão de infeções e proteger os profissionais de saúde. Devem ser aplicadas a todos os doentes atendidos nas instituições de saúde, independentemente do seu diagnóstico, situação clínica ou idade.
Esta norma deve ser afixada em local visível de modo a que possa ser seguida por todo o pessoal hospitalar.
􀂾 A lavagem correta das mãos e/ou a sua desinfeção (consoante os procedimentos a realizar) é a precaução fundamental.
􀂾 Usar luvas quando se manipulam fluidos orgânicos (exceto suor), material contaminado, ao tocar em mucosas ou pele não intacta e lavar as mãos após as retirar.
􀂾 Usar máscara adequada ao tipo de risco durante procedimentos que possam provocar aerossóis ou gotículas de fluidos orgânicos. Além da máscara, usar proteção ocular quando se preveja a ocorrência de salpicos.
􀂾 Usar bata ou avental para proteger a pele e a roupa sempre que se preveja a sua contaminação com fluidos orgânicos.
􀂾 Manipular a roupa suja de modo a prevenir a contaminação do pessoal que a manipula e do ambiente.
􀂾 Proteger com pensos impermeáveis a pele do pessoal que se apresente com soluções de continuidade.
􀂾 Manipular os objetos cortantes e perfurantes de forma a prevenir acidentes:
Não recapsular agulhas.
As agulhas não devem ser retiradas das seringas manualmente nem ser dobradas ou partidas.
Os materiais cortantes e perfurantes usados devem ser colocados em contentores apropriados, localizados o mais perto possível da área de utilização, devendo ser inutilizados logo que se encontrem preenchidos até 3/4. Devem ficar afastados de locais onde circulem crianças e indivíduos com perturbações do comportamento.
􀂾 Remover os derramamentos de fluidos orgânicos o mais rapidamente possível e limpar a superfície com água e detergente. Em caso de derramamento de sangue, deve usar-se de preferência, grânulos de dicloroisocianurato de sódio (NaDCC), ou em alternativa, desinfetar com hipoclorito de sódio. Ter em atenção que se houver vidros ou outros cortantes, estes terão que ser retirados previamente com uma pinça e colocados nos recipientes para cortantes e perfurantes. Devem usar-se luvas durante todo o procedimento e os resíduos devem ser colocados em saco apropriado para lixo contaminado.
􀂾 Colocar em quartos individuais, sempre que possível, os doentes com alterações de comportamento que torne difícil a manutenção dos níveis mínimos de higiene.


Concluímos o sumário todo. Conseguimos tirar bastantes conclusões nesta aula, como por exemplo, os cuidados que temos a ter a partir do momentos em que iniciamos a nossa vida sexual.

Bruna Sobreira, nº7