2º As - 2014/15

2º As - 2014/15

terça-feira, 14 de junho de 2016

Relatório nº 70_ 12º Ano _ 2015/2016





Lição nº 165 e 166

3-03-2106



Sumário : A Morte numa instituição de saúde e em casa. Cuidados Pós.mortem
               Atividade  extra-curricular organizada pela professora de educação física




Na primeira parte da aula estivemos a falar da morte em casa ou numa instituição de saúde, estivemos a falar como se teve proceder casso aconteça. E também os cuidados pós- mortem que devemos ter.

Na segunda parte da aula os alunos participaram numa atividade organizada pela professora de educação física onde alguns alunos da escola participaram, onde o objetivo foi mostrar aos restantes alunos e professores, funcionários uma dança realizada pelos alunos nas aulas de educação física no módulo de dança.





power point sobre  a morte





Como podem ver nas fotas:









Aqui esta o link do nosso facebok de turna para quem quiser ver o vídeo da nossa dança



https://www.facebook.com/groups/esalvauxsaude/1748752305361935/?notif_t=group_activity&notif_id=1465372164982130




Conclusão: a aula correu muito bem os alunos conseguiram tirar as duvidas que tinham e também foi uma preparação para o teste. A atividade também correu muito bem Os alunos gostaram muito e os professores também. Foi uma iniciativa muito boa  no qual vimos a amizade entre os alunos e os professores e o bom ambiente da escola






quarta-feira, 1 de junho de 2016

Relatório nº 69_ 12º Ano _ 2015/2016

Lição 163 e 164                                                 1 de junho 2016



Sumario: Factores promotores de bem estar: necessidades físicas, psicológicas, espirituais e sociais.
                 Realização de uma ficha de trabalho.
                        Aspectos específicos no apoio ao cuidados no final de vida.
                        A morte e luto.


Resumo: A aula começou com a saudaçao de bom dia, de seguida entregou uma ficha de avaliação do modulo 10 (ficha nº 1)
               No segundo tempo foi entregue uma ficha informativa sobre a morte e luto. (ficha nº2)
               Assistimos tambem a um video de como devemos tratar de um morto, os seu procedimentos. (no final)


ficha nº1

Fatores promotores de bem-estar: necessidades físicas, psicológicas, sociais e espirituais
A morte é um processo que embora biológico, ao longo dos séculos foi assumindo características e rituais diferentes, fruto de uma complexa teia de relações entre o cultural, o económico, o político e o ideológico.
 Nos primórdios da humanidade a morte fazia parte do quotidiano das famílias, sendo presenciada pelos elementos da família, pela comunidade e até pelas crianças.
Com a evolução tecnológica, científica e mesmo social, a morte foi sendo desenraizada do contexto familiar, passando a ocorrer no meio hospitalar onde e através de cuidados intensivos é possível o prolongamento da vida, fazendo da morte um acontecimento distante.
As instituições de saúde e a medicina no século XXI deveriam evoluir no sentido
De dar resposta aos novos desafios, passando por profundas mudanças orientadas
Fundamentalmente para dois modelos: o modelo preventivo/curativo e o modelo paliativo.

Stresse e Coping na fase final de vida de doença oncológica
O  coping  concebido  como  um  conjunto  de  estratégias  utilizadas  para  lidar com  acontecimentos  potenciadores  de stresse, como a doença, tem sido  objeto  de estudo  nas ciências  sociais e humanas,  nomeadamente na  psicologia.
  Nos últimos tempos  os  processos  adaptativos  vivenciados  pelas  pessoas  durante  as experiências  de  transição  saúde-doença  têm  vindo  a  assumir  especial  relevância como área de estudo e de intervenção  em enfermagem. 
Sendo  o  coping  um dos determinantes nestes processos, tem vindo a constituir-se como um foco da prática  dos enfermeiros, no sentido de ajudar o doente a desenvolver estratégias de coping melhor  adaptativas  e  por  conseguinte  potencializadoras  de  melhor  qualidade  de vida e bem-estar.
Responda às seguintes questões:
1.       Modelo preventivo/curativo e o modelo paliativo

2.       Indique  a importância da utilização do Coping, em enfermagem, na fase de final de vida.


ficha nº2

A Morte e o Luto - Quando chega a hora da partida
Ao nascermos todos ficamos sujeitos a uma mesma limitação: a morte. Apesar de nos ser a todos familiar – quer pela experiência próxima do falecimento de familiares quer de amigos ou mesmo desconhecidos – o tema da morte e do luto é um dos mais difíceis de abordar, causando um sofrimento terrível.
O termo luto refere-se à perda real do objeto – de uma pessoa (ente querido, familiar, amigo...). Embora o luto possa ser acompanhado de depressão e ambos apresentem algumas similitudes torna-se importante demarcar estas duas situações. Em primeiro lugar porque embora não haja luto sem depressão, pode obviamente haver depressão sem luto.
Enquanto na depressão o sujeito não sabe muito bem o que perdeu (perdeu o amor do objeto), no luto o indivíduo sabe muito bem que perder o objeto (embora por vezes, principalmente nos primeiros momentos haja alguma tendência para negar a realidade com o intuito de evita a dor).
O trabalho de luto, cuja duração é variável – o luto normal está fixado em cerca de 9 meses –, consiste em desinvestir no objeto perdido por investimento em novos objetos. Quando o sujeito não realiza esta tarefa produz um luto patológico.
Para despegar do objeto perdido é necessária uma certa carga de agressividade que nem todos os indivíduos conseguem dirigir ao objeto perdido ficando antes num registo de idealização e relembrando geralmente apenas os melhores momentos.
De acordo com os autores da psicodinâmica, o luto patológico tem duas razões de ser: a relação não foi suficientemente vivida (quer por ter sido muito curta – como acontece aos pais de bebés que morrem precocemente – quer por ter ficado aquém das expectativas) ou então o indivíduo prefere viver num falso pressuposto (que conduzirá aos terrenos drásticos da psicose) do que a encarar a perda real do objeto.
Aquando de uma perda, a primeira reação passa geralmente pela colocação da culpa no exterior – projeção da culpa. De seguida, o sujeito tende a interrogar-se do que poderia ter feito para evitar a perda, o que geralmente leva a uma inflexão da culpa sobre o próprio – culpabilização – por oposição à idealização do sujeito perdido.
Para o sujeito conseguir terminar o trabalho de luto é importante haver uma deflexão da agressividade, na qual o sujeito consegue atribuir alguma culpa ao sujeito perdido que como ser humano que era, tinha características positivas mas negativas, também.
Com este reconhecimento evitará a culpabilização do próprio e a idealização do sujeito perdido, passando a conseguir mobilizar esforços para um reinvestimento em novos objetos que levarão nunca ao esquecimento do ente perdido – mas também não é isso que se pretende – mas antes à resolução pacífica do processo de luto.

http://www.psicologia.pt/artigos/ver_artigo.php?codigo=A0158



video


terça-feira, 31 de maio de 2016

Relatório nº 68_ 12º Ano _ 2015/2016

Lição nª162   
24 de Maio de 2016
Sumário:                      Análise e discussão das linhas orientadoras do relatório da Prova Aptidão Profissional ( PAP).


Começamos a aula por escrever o sumário, posteriormente a professora entregou uma ficha com as orientações gerais para a elaboração de relatórios de PAP, passando a explicar em que consistia este relatório e explicando cada tópico. 


Ficha de orientações gerais para a elaboração de relatórios de PAP, 







Lescola
400725
 







Prova de Aptidão Profissional





Orientações Gerais para a Elaboração de Relatórios da PAP

1. Enquadramento
O conjunto de orientações genéricas aqui apresentadas tem por objetivo servir de referencial à elaboração do Relatório da PAP.
O relatório é um documento muito importante, na medida em que assegura, se corretamente elaborado, a transmissão e valorização dos resultados do esforço investido na execução da PAP.
Antes de se iniciar a elaboração do relatório, o(a) formando(a) deverá discutir com o(a) Orientador(a) a seleção da informação a incluir e que relevância relativa dar às várias partes. Contudo, o(a) formando(a) já deverá ter as ideias de base da estrutura do relatório.

2. Estrutura geral para o relatório
A estrutura de um relatório de PAP poderá ser a seguinte:
1) Capa;
2) Agradecimentos;
3) Resumo;
4) Índice;
5) Listas de figuras e tabelas, com as respetivas legendas (opcional);
6) Enquadramento;
7) Caracterização geral do local de desenvolvimento da PAP;
8) Descrição e análise das atividades/produtos desenvolvidos;
9) Conclusão.
10) Bibliografia;
11) Anexos.
3. Regras de Elaboração
1) Capa
A capa deve conter:
· a identificação da escola;
· a identificação do curso;
· o título do projeto;
· a identificação do tipo de relatório – “Relatório Final da PAP”;



· nome(s) do(s) autor(es);
· nome do orientador(a);
· data;
· logótipos (ESALV, CP Auxiliar de Saúde, POCH);

2) Resumo
Deve traduzir de, forma muito sintética, tudo o que foi feito no âmbito da PAP, permitindo ao leitor uma correta perceção de tudo o que o(a) formando(a) realizou bem como todo o trabalho desenvolvido pelo grupo. Não deve ultrapassar uma (1) página.
3) Agradecimentos
Os agradecimentos devem ser objetivos e referir o nome da Organização e/ou pessoas a que se está a agradecer juntamente com uma justificação breve desse agradecimento.
Nos agradecimentos não se pode ser demasiado emotivo.
4) Índice
O índice deve indicar todos os títulos do texto (divisões e subdivisões / capítulos e subcapítulos) e o número da respetiva página. O índice deve também incluir os anexos, que devem ser identificados. A formatação do índice deve ser facilitadora da leitura dos conteúdos e da relação entre eles.
5) Listas de figuras e tabelas, com as respetivas legendas (opcional);
Deve-se, separadamente, referir as figuras e tabelas pelo seu número, seguido do título e da respetiva página.
6) Enquadramento
O enquadramento deve:
· Apresentar um primeiro parágrafo em que se estimule a curiosidade do leitor;
· Apresentar breve referência ao motivo da escolha do tema;
· Apresentar os objetivos (gerais e específicos) e interesse do trabalho desenvolvido;
· Descrever de forma sucinta as atividades previstas;
· Identificar a metodologia utilizada para o desenvolvimento do trabalho;
· Descrever a estrutura do relatório.
7) Descrição e análise das atividades/produtos desenvolvidas
Esta é a parte essencial do relatório e nela deve fazer-se referência:
· às atividades desenvolvidas de acordo com as diferentes fases;
· ao cronograma de atividades e às justificações do não cumprimento do mesmo (caso tal se verifique);
· aos materiais e recursos utilizados e às formas de aquisição dos mesmos;
· ao conjunto de ocorrências que tiveram lugar - dificuldades e obstáculos encontrados e as formas encontradas para os superar;
· às fotos/documentos ilustrativos da concretização do projeto que deverão ser colocados em anexo.
9) Conclusão
Deve ser mencionado:
· o contributo das atividades para a resolução dos diferentes problemas enunciados (motivo da escolha ou outros);
· as reflexões/avaliações realizadas pela orientadora, alunos a quem foi feita a apresentação e  pelo(a) formando(a);
· as reflexões/criticas aos instrumentos, metodologias e resultados obtidos;
· uma autoavaliação relativamente à PAP.
10) Bibliografia
11) Anexos
Os anexos devem incluir os elementos que devem ser disponibilizados a quem consulta o relatório, mas que dificultariam a leitura se fossem incluídos no “corpo” principal deste.
Sugerem-se os seguintes anexos:
Anexo I – Projeto da PAP;
Anexo II – Fotos/documentos ilustrativos da concretização do projeto;
Anexo III - Registos de reflexão/avaliação e autoavaliação;
Anexo IV - …
4. Apresentação gráfica
O Relatório terá de respeitar as seguintes configurações:
· Apresentação em folhas A4 escritas num só lado.
·  Formatação geral
Margens : 2,5 cm para o topo, base, esquerda e direita
·    Texto geral
a)Tipo de letra: Times New Roman, Arial, Calibri ou Tahoma;
b) Espaçamento geral entre linhas: 1,5 linhas;
c)Tamanho: 12 na fonte Times New Roman, 11 nas outras fontes;
d) Distribuição: salvo indicação em contrário deverá ser justificado;
e) Cor (do texto): preto;
f) O tipo de letra deve ser o mesmo em todo o relatório.
·  Paginação
Os Capítulos e Subcapítulos deverão ser realçados com a utilização do tamanho 14 e a negrito;
A paginação pode ser feita no topo da folha ou em baixo, desde a primeira página do texto até ao início dos anexos.
Todas as páginas desde o “Resumo” até antes de se iniciar a “Introdução” e os anexos/apêndices deverão estar numeradas utilizando a numeração romana.
As páginas desde a “Introdução” até à “Conclusão” devem ser numeradas com numeração árabe
A capa não deve ser numerada.

5. Outros aspetos a considerar
Existe um limite máximo de vinte e cinco (25) páginas para o “corpo” principal do relatório (excluindo anexos).
Os anexos devem ser largamente utilizados para tornar a leitura do corpo principal do relatório mais fácil.
No caso de haver dados ou documentos confidenciais eles devem constituir volume separado que embora referenciado no relatório será objeto de tratamento especial (de leitura reservada).
6. Antes de entregar o relatório final
· Reler estas “Orientações Gerais para a Elaboração de Relatórios da PAP”.
· Verificar se o texto está bem redigido e expõe claramente as ideias.
· Rever alinhamentos, formatações, paginação, títulos e numerações.
· Garantir que não são utilizados dados/fotografias sem ter o consentimento para serem utilizadas.



Conclusão: Realizamos todas as tarefas previstas para a aula, concluímos a explicação da ficha das orientações gerais para a elaboração de relatórios da PAP.