2º As - 2014/15

2º As - 2014/15

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Relatório nº80


Liçoes n 154 e 155                                                                                                                               3.04.2013                                                                                                                         
Sumario: Ajudas técnicas de apoio à mobilização e marcha e suas funções: bengalas e pirâmides canadiana e andarilho.

Pirâmide ou aranha:
Bengalas mais comuns:

 


 

 

Para uma boa utilização das bengalas o manipulo tem que ficar ao nível do punho da pessoa que as vai usar, para segurar a bengala, ficando assim o cotovelo ligeiramente dobrado, cerca de 30ºC. Segura-se a bengala com a mão oposta  ao membro inferior que precisa de auxílio.

Para andar de bengala, a primeira coisa que se faz é posicionar a bengala um pouco à frente e começa-se a andar com perna lesada, termina-se o passo com a perna normal.

Para ter um suporte máximo na marcha, o utente coloca a bengala 15 a 25cm para a frente, mantendo o peso do corpo sobre ambos os membros inferiores. O membro inferior afetado é movimentado para a frente da bengala, para que o peso do corpo seja repartido entre a bengala e o membro inferior não afectado.

O membro inferior não afectado passa à frente da bengala para que o membro inferior afectado e o peso corporal sejam suportados pela bengala e o membro inferior afectado.

Posição tripe:

Esta posição dá mais segurança ao utente, pois aumenta base de sustentação. Para utilizar esta posição o utente deve manter o pescoço e cabeça direitos, alinhados com a coluna, e da mesma maneira com a anca e os joelhos. As axilas não podem suportar o peso, usa-se esta posição antes de iniciar a marcha.


·         Marcha com quatro pontos de apoio

Como se pode ver na imagem nhbg1, nesta posição coloca-se a bengala, depois o pé oposto depois a outra b engala e novamente o pé oposto.

Os pés e as pontas de borracha mostram o pé e a ponta de borracha da muleta movimentados em cada uma das quatro fases.
 


        
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
  • Marcha com três pontos de apoio, com o peso apoiado sobre o membro inferior não afetado:

Com o  pé não afetado no chão, inicia-se a marcha, colocando as duas canadianas á frente, e de seguida faz- se força sobre as duas canadianas e desloca-se o membro são. 



 

 

·       
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
  •   Marcha com dois pontos de apoio:

A marcha com dois pontos de apoio, inicia-se com os dois pés no chão, depois dá-se um passo e ao mesmo tempo coloca-se -se a canadiana do pé deslocado  à frente e assim sucessivamente.


 

 

 

 

 

 
 
Para subir as escadas:

1- o peso do corpo é suportado pelo membro inferior não afectado;

2- o utente coloca  ambas as muletas no 1º degrau das escadas , colocando o peso do corpo sobre as muletas,  colocando o membro inferior afectado para  trás;

3- o membro inferior não afetado movimenta-se para o degrau das escada com as muletas.


Quase no fim da aula, fomos treinar as posições aprendidas.

Esta aula foi um pouco barulhenta, mas conseguimos cumprir com o sumário.

 

Relatório79


Lição nº 152 e 153                                       20/03/2013
Sumário: Continuação do visionamento de vídeos sobre transferências.
Prática de transferências de: uma cadeira para outra cadeira; deslizamentos na cama e caminhar com ajuda.
           
Nesta aula falamos de posicionamentos, acabamos de ver os vídeos começados na aula anterior, sobre transferências de doentes. Depois aplicamos o que aprendemos, a transferência de cadeira para outra cadeira, o deslizamento na cama e caminha com ajuda.


terça-feira, 2 de abril de 2013

Relatorio nº78


Lição nº 150 e 151                                       20/03/2013

Sumario: Posicionamento e transferências: Visionamento de vídeos demonstrativos.

Nesta aula falamos dos posicionamentos dos doentes nas camas e as transferências de uma cama para outra, da cama para uma cadeira de rodas ou normal, o levantamento de uma pessoa (da cama para o chão, ou do chão para se por em pé).

Foi uma aula teórica para depois podermos aplicar pratica que  se iria  realizar depois do almoço.
 

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Relatório nº77


Aula nº 148 e 149                                                                                   14-03-2013
Sumário: Continuação no treino de posicionamentos  de dcúbito.
Posicionamento de Fowler e SIMS.


            No início da aula a professora começou por nos dizer que posicionamentos  iríamos treinar. Juntamos-nos em grupos e  praticámos vários posicionamentos como por exemplo a decúbito ventral,  decúbito lateral, decúbito dorsal, etc… 

            Depois dessa parte da aula prática a professora mostrou-nos uns vídeos dos posicionamentos es que tínhamos treinado para corrigir erros cometidos.

            Para concluir, a professora explicou-nos através de ppt  quais eram os posicionamentos de Fowler e de SIMSs, para podermos treinar em aulas seguintes.



Relatório 76

Lições nº 146 3 147                                                                                      13/03/2013
            Sumário: Aula prática de posicionamentos:
            - Decubito ventral, decubito dorsal e decubito lateral.

Nesta aula estivemos a treinar vários tipos de posicionamento. 

Vou apresentar algumas fotos de um dos tipos de posicionamento que estivemos a treinar nesta aula:
1º passo – Colocar o paciente bem posicionado na cama


2º passo – Colocar a cabeceira por baixo da cabeça do paciente


3º passo - Colocar a cabeceira também em baixo dos ombros


4º passo -  Por a perna do paciente levantada com o pé apoiado na cama

5º passo – Colocar uma das maos sobre o peito e a outra ao lado da cabeça


6º - Deitar o paciente de lado


7º passo – Colocar uma cabeceira atrás das costas do paciente

8º passo – Colocar uma cabeceira entre as pernas do paciente


relatório nº 75


Relatório Nº 75



Lições nº 144 e 145 11/ 3 / 2013

Sumário :
Como prevenir úlceras de pressão em doentes imobilizados
Posicionamento em doentes acamados .


A nossa aula teve dividida em duas partes :

Na primeira parte da aula começamos por ir ao blog da turma onde a professora fez alguns reparos sobre os relatórios postados . Também referiu que as nossas aulas vão ser dividas em aulas práticas e outras teóricas .

Na segunda parte da aula começamos por ver um power-point onde a professora explicou :
  • o que eram úlceras ( feridas , escarras )
  • quais as regras para os doentes não estarem sujeitos a apanhar úlceras ;
  • distinguir imobilização de mobilização ;
  • Definição de úlceras de pressão ;
  • causas das úlceras e regras que se devem ter em atenção ;
  • quais as pessoas que tem maior risco e onde a professora explicou uma a uma ;
  • sinais e sintomas ;

    Posicionamentos :

    A professora mostrou-nos um power-point sobre o que se deve ter em conta quando se posiciona um doente , quais as zonas mais suscetíveis de pressão ;
    E tambem as posições básicas para um doente acamado e como posicionar um doente em decúbito lateral e quais as regras se deve ter .

     









Por fim vimos um vídeo sobre como se deve posicionar um paciente em decúbito lateral e fizemos os grupos de trabalho para as aulas práticas.


Conclusão :
A aula correu bem e penso que conseguimos atinguir os objectivos propostos pela professora

Andreia Santos Nº 3 1AS






Relatorio 74


Introdução
Lição nº 142 e 143 dia 8-3-2013 em que o sumário foi:
Entrega e correcção da prova de avaliação sumativa.
Auto avaliação e análise das classificações atribuídas no módulo 2.

Desenvolvimento
No início da aula depois de escrever o sumário falámos sobre a visita de estudo ao Lar Emanuel no dia 6-3-2013 e sobre eventuais visitas de estudo.
Em seguida recebemos os testes e fizemos a sua correcção.
Correcção do teste:
1.1
A função dos dispositivos de proteção individual é neutralizar a ação dos agentes agressivos contra o corpo humano, enquanto os equipamentos coletivos combatem diretamente o risco.
1.2
Em primeiro lugar devem usar-se os equipamentos de proteção coletiva por estes combaterem diretamente o risco, beneficiando todos os trabalhadores indistintamente. Os dispositivos de proteção individual devem usar-se sempre que não seja possível realizar uma proteção coletiva eficaz, por insuficiência técnica ou económica.
2
-  sistema de exaustão que elimina gases, vapores ou poeiras contaminantes do local de trabalho);


- enclausuramento de máquina ruidosa para livrar o ambiente do ruído excessivo;
-  cabo de segurança para conter equipamentos suspensos sujeitos a esforços, caso venham a desprender-se.
-  compra de todas as  cadeiras de trabalho reguláveis em altura.
-  colocação de antiderrapante nas escadas.
3
Um equipamento de proteção individual deve ter as seguintes características:
Estar munido da etiqueta CE; Ser apropriado aos riscos corridos; Proteger realmente; Ser confortável, bem conservado e bem utilizado; Não deve perturbar o trabalho; Deve ser usado permanentemente enquanto durar a exposição ao risco contra o qual oferece protecção.
4
Luvas: plástico ou latex
5
- Partículas sólidas mais ou menos finas;
- Líquidos corrosivos e irritantes
- Radiações nocivas;
6
·        Proteção da cabeça;
·         
·         

·        Proteção dos olhos e rosto;
·        Proteção das vias respiratórias;
·        Proteção dos ouvidos;
·        Proteção do tronco;
·        Proteção das mãos e membros superiores;
·        Proteção dos pés e membros inferiores;
·        Proteção contra quedas. Cinto de segurança.
II-
1
 A. Segundo a ergonomia a realização de tarefas deve ser feita com um mínimo de consumo energético de modo a "sobrar" atenção para o controlo das  tarefas e dos produtos, assim como para a proteção do próprio trabalhador.
B. A finalidade da Ergonomia é a de aumentar a eficácia do trabalho realizado e diminuir acidentes de trabalho e doenças profissionais.
C. O trabalhador deve ficar situado próximo da bancada, com as costas eretas e os ombros relaxados.
2
A Ergonomia tem como objetivo melhorar o conforto, segurança, saúde e a eficiência no trabalho e em geral das condições de vida, tendo em conta as capacidades, limitações físicas e psicológicas da pessoa, podendo também, através da sua aplicação, ajudar a prevenir erros e acidentes.
3
A-F
B-V
C-F


D-V
E-F
F-V
G-F
4
·        exigência de esforço físico intenso,
·        Iluminação excessiva ou deficiente
·        Utilizar luvas para fazer a higienização de doentes
·        levantamento e transporte manual de pesos,
·        postura inadequada no exercício das atividades,
·        exigências rigorosas de produtividade,
·        períodos de trabalho prolongadas ou em turnos,
·        movimentos compatíveis com a ação
·        atividades monótonas ou repetitivas
·        utilização de EPI
5
Movimentos repetitivos dos dedos, das mãos, dos pés, da cabeça e do tronco produzem monotonia muscular e levam ao desenvolvimento de doenças inflamatórias, curáveis em estágios iniciais, mas complicadas quando não tratadas a tempo, chamadas genericamente de lesões por esforços repetitivos. As doenças que se enquadram nesse grupo caracterizam-se por causar fadiga muscular, que gera fortes dores e dificuldade de movimentar os músculos atingidos.


6
• Trabalhar com segurança e com calma
• Usar o peso corporal como um contrapeso ao do paciente
• Utilizar movimentos sincrónicos
• Realizar a manipulação de pacientes com a ajuda de, pelo menos, duas pessoas
6.1
           Deixar os pés afastados e totalmente apoiados no chão
           Manter as costas eretas
           Flexionar os joelhos em vez de curvar a coluna
           Trabalhar o mais próximo possível do corpo do cliente, que deverá ser erguido ou movido
            Usar uniforme que permita liberdade de movimentos e sapatos apropriados
7.1
- A circulação nas pernas faz-se mais lentamente;
- O repouso do corpo sobre uma superfície muito pequena;
- A manutenção prolongada do equilíbrio conduzindo a uma tensão muscular constante, que aumenta quando o corpo se inclina;                                                            
- A habilidade manual diminui pelo facto de haver uma tensão muscular permanente.
7.2



- O plano de trabalho deve fazer um ângulo aproximado de 90º com a coluna vertebral do operador;
- O espaço para as pernas deve ser suficientemente amplo para permitir liberdade de movimentos;
- O assento deve estar adaptado à função específica do operador e ser adaptável à estrutura deste, através de um apoio de costas, regulável em profundidade e altura para poder suportar a região lombar de forma adequada, permitindo a diminuição das tensões musculares estáticas; 
- Ter área suficiente para assegurar uma boa estabilidade e conforto;
- O apoio dos pés deve ter área suficiente para um posicionamento confortável e estar regulado (em altura e inclinação) de acordo com a estrutura do operador e com as características do posto de trabalho.
9
c
10
A-F
B-V
C-F
D-V
E-F
F-V
G-V
11



A.  Temperatura do ar.
B.  Humidade do ar.
C.  Velocidade do ar.
12
1-B
2-C
3-A
4-B
5-B
6-A
7-D
8-D
9-D
13.1
a- trabalhador afetado
b- Médico
c- CNPRP
d- Caixa Geral de aposentações
13.2
OIT - ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO




Depois da correcção a professora disse-nos as nossas medias e as notas que iriamos ter no final do módulo 2.

Conclusão
Nesta aula conseguimos acabar o sumário todo e ainda preparamos varias coisas para fazer no módulo seguinte.


Andreia Ramos nº2 1AS